Giovanna olhou para eles com desconfiança: — Eu não conheço vocês, não vou com vocês.
Ela tentou se virar e se afastar apressadamente, mas teve o braço agarrado por um dos homens.
— Srta. Giovanna, espero que coopere conosco, caso contrário... — Ele pegou o celular e abriu uma foto. Era Clara, parada na entrada da escola.
— Uma criança tão pequena não deve aguentar muito um susto, não é?
O corpo de Giovanna congelou.
No final, ela não teve escolha a não ser entrar no carro com eles.
Eles chegaram a uma casa no subúrbio.
Assim que Giovanna entrou, viu cerca de sete ou oito pessoas reunidas ao redor de uma mesa jogando cartas.
Havia muitas roupas de segunda e terceira mão empilhadas por todos os lados; provavelmente era um armazém de reciclagem de roupas.
A mulher de cabelos cacheados que parecia liderar o grupo lançou-lhe um olhar, levantou-se e caminhou em sua direção.
— Alguém me pagou para sequestrar você, quebrar os seus braços e pernas, e trancá-la por três dias. Mas, se você puder pagar quinhentos mil, podemos não bater em você e apenas trancá-la por três dias.
Tentando manter a calma, Giovanna perguntou: — Eu posso dar o dinheiro, mas quero saber quem mandou vocês fazerem isso.
A mulher de cabelos cacheados balançou a cabeça: — Isso eu não posso dizer. Apenas nos passe o dinheiro agora.
Giovanna também não queria sofrer só por teimosia.
Ela pegou o celular e transferiu o dinheiro para a mulher.
Ao receber a quantia, a mulher de cabelos cacheados assobiou e riu: — Rápida e direta!
Ela apontou para um quarto ao lado: — Certo. Entregue o seu celular e depois vá descansar naquele quarto.
Em seguida, apontou para outro cômodo de entulhos que exalava um mau cheiro: — Se você não tivesse pago agora, só poderia ir para lá.
Ela estava naquele meio há muito tempo e só se importava com o dinheiro, não com as pessoas.
Sendo observada por vários pares de olhos gananciosos, Giovanna conteve o enjoo, entregou o celular, entrou rapidamente no quarto e trancou a porta.
O quarto era muito simples. Havia apenas uma cama, uma mesa com uma cadeira e uma chaleira de aço inoxidável. Fora isso, nada mais.
Os homens olharam para ela com expressões de avaliação.
Um dos homens com cabelo raspado perguntou: — Você realmente pode salvar a nossa chefe?
Giovanna assentiu: — Sim. Se ela acordar, eu quero que vocês me deixem ir embora amanhã de manhã.
O homem de cabelo raspado hesitou um pouco, mas acabou concordando.
— Feito.
Giovanna aproximou-se, examinou o corpo da mulher e depois pegou as agulhas de prata de sua bolsa para iniciar a acupuntura.
Uma hora depois, a testa e as costas de Giovanna estavam cobertas de suor, e seu rosto parecia um pouco exausto.
A mulher de cabelos cacheados acordou lentamente.
Ao descobrir que fora Giovanna quem a salvara, sua expressão tornou-se complexa.
Ela disse a Giovanna: — Meu nome é Bruna. Você me salvou, então te devo um favor. Amanhã de manhã, vou pedir a alguém para levar você de volta.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......