Odemar soltou um "mhm" e continuou: — Eu pagar este café também não tem nenhum outro significado, é só uma questão de cortesia. Se houver oportunidade no futuro, convido você para jantar.
— Pode me convidar agora também. — Kátia deixou escapar.
Odemar olhou para ela com suspeita: — Vocês não acabaram de sair da casa de wonton?
Kátia acariciou a barriga arredondada: — Eu não comi o suficiente agora a pouco.
Giovanna ficou sem palavras.
Ela comeu uma tigela enorme, como não estava cheia?
Os três entraram na casa de wonton novamente.
Giovanna não pediu comida, ficou apenas bebendo o café com leite.
Kátia pediu uma porção pequena de wonton, mas não conseguiu comer mais do que algumas colheradas.
Odemar lançou-lhe um olhar e, sem demonstrar nojo, disse: — Se não consegue comer mais, me dê.
Kátia ficou sem graça: — Eu já comi desta porção. Que tal eu pedir para embalar e levar para casa?
Ela sabia que Odemar vinha de uma família pobre e detestava desperdício, por isso queria manter uma boa imagem na frente dele.
— Wonton não fica bom se for embalado para levar.
Odemar pegou a tigela dela e a colocou perto de si.
Giovanna observou Odemar silenciosamente.
Ao vê-lo limpar a mesa com um guardanapo de papel antes de se sentar, percebeu que ele era alguém que prezava pela limpeza.
O fato de ele estar disposto a comer a comida que Kátia havia deixado mostrava que ele não era totalmente indiferente a ela.
Kátia, por sua vez, não pensou em nada disso.
Ela olhava para Odemar com os olhos brilhando, admirando a beleza dele.
De repente, Odemar ergueu os olhos para encará-la: — Por que está me olhando tanto?
Kátia abaixou a cabeça, tímida, e mudou de assunto: — Ah, a propósito, Odemar, você não tinha mencionado antes que a sua mãe estava com dores nas pernas? Quer que eu ajude a entrar em contato com alguns especialistas para examiná-la?
Odemar balançou a cabeça: — O problema nas pernas da minha mãe não pode ser curado no hospital. Ela sofreu uma queda no passado e o machucado já cicatrizou, mas sempre que o tempo fica úmido e chuvoso, a dor volta. Ela precisa de tratamentos de acupuntura da Medicina Tradicional, mas infelizmente nunca encontramos um médico adequado. Se o Dr. Martins, do Vale da Bruma, ainda estivesse por aqui, seria ótimo. Minha mãe me contou que muitos idosos nas aldeias vizinhas à nossa tinham esse mesmo problema, e foi ele quem os curou.
Aquela marca parecia muito familiar.
Ela tinha uma marca de nascença no ombro muito parecida com a dele.
Eles realmente tinham uma conexão.
Quem sabe não tivessem sido irmãos em uma vida passada.
Depois de terminarem os wontons, Kátia se despediu de Odemar com relutância.
Em seguida, Kátia dirigiu para levar Giovanna para casa.
No caminho, Kátia estava muito animada: — Eu não esperava que fosse conhecer a sogra tão cedo. O que você acha que eu deveria vestir? Que presente eu deveria levar?
Giovanna achou que era cedo demais para ela estar pensando nisso.
Após se despedir de Kátia, Giovanna viu dois homens usando jaquetas marrons na porta de sua casa.
— Srta. Giovanna, certo? Por favor, venha conosco.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata
Não vão atualizar os capítulos liberados? Seis já sem atualização!...
Olá! Irão desbloquear? Caso não vão, gostaria de saber para desistir do livro, mesmo ele sendo muitoooooo bom !...
Por favor, o capítulo 191 consta como liberado, mas não está...
Teria como liberar os capítulos após o 191? Consta que estão livres, mas continua bloqueados...
Por favor, atualizem!...
Poxa, tá liberado até o 190 e depois pula pro 227 liberado.......