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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 212

Vendo-a com aquela expressão de constrangimento, Gustavo sorriu levemente e não prolongou o assunto. Com modos de cavalheiro, ele perguntou:

— Pode fazer o macarrão para mim, por favor?

Ela assentiu e entrou rapidamente na cozinha.

A geladeira dele agora estava abastecida com muitos ingredientes novos, além de vários petiscos que ela mesma gostava. Giovanna ficou bastante surpresa.

No entanto, ela não seria tola ao ponto de presumir que aquilo havia sido preparado para ela.

Tirando a carne e os vegetais, começou a lavar e cortar tudo metodicamente.

Quando o macarrão ficou pronto, ela já havia recuperado sua frieza habitual.

Como não estava com fome, preparou apenas uma tigela.

Gustavo perguntou:

— Você não vai comer?

— Eu já comi agora há pouco.

Ele pegou os talheres e disse em um tom neutro:

— Tem alguns petiscos na geladeira, pode pegar se quiser.

Giovanna achou que ficar apenas sentada assistindo-o comer seria constrangedor, então pegou um pacote de carne seca da geladeira e começou a mastigar.

Era uma marca importada. Ela também tinha daquela na sua geladeira, mas o sabor do pacote que ele havia comprado parecia ligeiramente diferente.

Ela perguntou:

— Onde você comprou isso?

Gustavo lançou um olhar rápido para o pacote nas mãos dela e respondeu:

— Comprei de passagem durante uma viagem de negócios ao exterior.

Da vez em que ela bebeu demais e ele a levou para casa, Gustavo havia olhado dentro da geladeira dela e gravado na memória tudo o que ela consumia. Durante a viagem, ao ver os lanches favoritos dela nas prateleiras, acabou comprando todos por puro instinto.

Mastigando um pedaço, Giovanna comentou:

— Não é à toa que é tão gostoso. O produto do país de origem é realmente diferente.

Ele deu uma risadinha.

— Se gostou, peço para o meu assistente comprar mais para você.

Giovanna respondeu com uma recusa educada:

— Não precisa se incomodar com isso, eu posso comprar pela internet, é a mesma coisa.

Gustavo acenou com a cabeça, sem forçá-la a aceitar o favor.

Após terminar de comer, ele mesmo recolheu a louça, levou para a cozinha e colocou na máquina de lavar.

Giovanna, segurando o pacote de carne seca pela metade, se despediu:

— Srta. Giovanna, eu preparei o café da manhã. Vai querer comer agora?

Giovanna perguntou:

— Onde está o Sr. Gustavo?

— Ele pediu para avisar que foi para uma viagem de negócios na Cidade do Norte.

— Ah.

Arroz estava comendo sua ração úmida, mas correu alegremente até ela assim que a viu.

Giovanna agachou-se, afagou a cabeça do cachorro e, lembrando-se de que Gustavo estava viajando e não havia ninguém para cuidar dele, enviou uma mensagem perguntando:

"O Arroz pode ficar na minha casa nesses próximos dias?"

Pouco tempo depois, a resposta chegou:

"Então vou ter que incomodar a Srta. Giovanna com isso."

Ela pegou o cachorro nos braços e voltou para o seu próprio apartamento, com a intenção de tomar banho, trocar de roupa e só então tomar o café da manhã.

Paloma saiu do elevador carregando seu próprio café da manhã e teve um vislumbre atônito ao ver Giovanna saindo da casa de Gustavo com o cachorro nos braços.

Giovanna era incrivelmente cínica. Estava com Lucas e ainda assim mantinha Gustavo preso em sua teia.

Ela cravou as unhas na palma da mão, virou-se para voltar ao elevador e, em seguida, fez uma ligação para a Sra. Goulart.

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