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Ele Me Chamou de Estéril, Mas Eu Carregava o Herdeiro do Magnata romance Capítulo 134

Giovanna cobriu o peito instintivamente, recusando-se a deixá-lo tocá-la. O seu instinto de autoproteção era muito forte.

— Giovanna, você está bem? — ele recolheu a mão e perguntou baixinho.

Deitada na cama, os lábios vermelhos levemente entreabertos, a voz dela soou baixa e sensual: — Não me toque, não.

Gustavo olhava-a de cima, os olhos escuros fixos nela, sem piscar. Ele nunca a tinha visto daquela maneira.

Vestindo uma camisa de seda rosa e uma saia sereia cinza, todas as suas curvas ficavam em evidência por estar deitada. Era recatada, mas profundamente provocante.

Mesmo sendo abstêmio por muitos anos, ele perdeu o controle por um instante, o gogó subindo e descendo na garganta.

Talvez o cheiro dele a fizesse se sentir familiar e segura.

Giovanna recuperou um pingo de lucidez e murmurou: — Quero beber água.

Gustavo não se conteve e acariciou suavemente o rosto delicado dela, com a voz um pouco rouca: — Espere um momento.

Quando ele voltou com a água, Giovanna já havia adormecido. O seu pescoço fino e branco exalava um aroma inebriante.

Gustavo reprimiu o calor inexplicável que o invadia, segurou com cuidado a cintura fina dela e levou o copo à sua boca.

Ela estava com muita sede. Bebia a água do copo de forma instintiva. Os olhos escuros de Gustavo continuavam fixos no seu rosto, sem se desviar um segundo.

De repente, ela engasgou e começou a tossir, o rosto inteiro ficando vermelho. Inconscientemente, as suas mãos agarraram a camisa de Gustavo, e ela se encolheu nos braços dele.

Aquela droga provavelmente estava misturada com outras substâncias. O rosto dela ficou ainda mais quente, e ela estendeu a mão para tocar o cinto dele.

Ele olhou para ela, respirou fundo para conter a luxúria que fervia por dentro, e tentou afastá-la.

Subitamente, ela ergueu a cabeça e beijou o seu pomo de adão. O corpo de Gustavo enrijeceu. A corda da razão dentro dele arrebentou.

Quando ela engoliu o comprimido, ele tentou se retirar. Porém, Giovanna o agarrou pelo braço.

Ele tentou se soltar, mas os olhos dela de repente ficaram marejados, e lágrimas de tristeza escorreram.

Só lhe restou aceitar o destino; deitou-se na cama ao lado dela, com um travesseiro separando os dois.

Ela se agarrou ao braço dele, murmurando confortavelmente durante o sono. Gustavo tentou puxar o braço várias vezes, mas sem sucesso; no fim, teve que deixá-la fazer o que queria.

Era a primeira vez que era tão atormentado por uma mulher. Que fosse, consideraria aquilo a boa ação do dia.

Ele também queria descansar um pouco, mas como dormir com ela rolando e se mexendo bem ao seu lado? Depois de se virar de um lado para o outro por um bom tempo, ele finalmente jogou o travesseiro fora, esticou o braço e a puxou para um abraço.

Ao se colar àquela fonte de calor confortável, Giovanna ficou totalmente satisfeita e caiu num sono profundo.

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