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Ela Nunca Volta: Quando o Marido Frio Implora romance Capítulo 1125

Quando chegaram à sala, Leandro estava sentado no sofá, assistindo à televisão.

Tatiane e Nadja se aproximaram.

— Professor.

Leandro ergueu os olhos para as duas.

Tatiane sorriu.

— Prove o bolo que a Nadja fez.

Nadja colocou o bolo sobre a mesa de centro.

Leandro lançou um olhar para ele.

— Parece ótimo.

Ela pegou a faca, cortou uma fatia e a entregou a Leandro.

— Então prove, Sr. Leandro.

Ele recebeu o prato.

— Obrigado.

Nadja cortou outra fatia para Tatiane.

— Obrigada.

Enquanto Tatiane começava a comer, Nadja observou Leandro levar uma colherada à boca.

— E então? O que achou?

— Está doce na medida certa. Não sabia que você também levava jeito para isso.

Um sorriso discreto surgiu nos lábios de Nadja.

— Às vezes, quando não tenho nada para fazer, preparo alguns doces em casa para passar o tempo.

Leandro assentiu e continuou comendo.

Pouco depois, o prato estava vazio.

Nadja acompanhara tudo pelo canto dos olhos. Ao perceber que ele havia terminado a fatia inteira, não conseguiu conter o sorriso.

— Quer mais um pedaço?

Leandro respondeu com gentileza:

— Obrigado, mas por enquanto não. Não consigo comer muito doce.

— Ah...

Nadja baixou os olhos.

De repente, não fazia ideia do que dizer em seguida.

Foi quando sentiu um leve toque no braço.

Virou-se e encontrou Tatiane ao lado, lançando-lhe um olhar carregado de sugestão.

Nadja entendeu imediatamente.

Seu peito se contraiu de nervosismo. Ela apertou o prato entre os dedos e tornou a olhar para Leandro.

— E o que o senhor costuma comer no dia a dia?

A curiosidade de Tatiane só aumentou.

— E o que você acha dela, professor?

Leandro a encarou por alguns segundos.

Havia algo difícil de interpretar em sua expressão, mas Tatiane, sem as lembranças de antes, não percebeu nada fora do comum.

— É uma moça gentil, educada e muito bem-criada.

Tatiane virou-se de lado, apoiou o cotovelo no encosto do sofá e sustentou o rosto com a mão, observando-o com interesse.

— Então sua impressão dela também é boa.

Leandro apenas sorriu, sem comentar.

Tatiane continuou:

— O irmão dela mantém a gente preso aqui, então imagino que não seja exatamente uma boa pessoa. Mas a Nadja parece ser uma ótima garota. É bem diferente dessas herdeiras mimadas que a gente costuma imaginar. Tenho até a impressão de que nunca teve namorado.

Na cozinha, Nadja permanecia encostada na bancada de mármore.

O coração, que antes parecia querer saltar do peito, finalmente começava a desacelerar.

Ela tinha ficado nervosa demais lá fora.

Leandro com certeza havia percebido.

Só de pensar nisso, Nadja queria que o chão se abrisse sob seus pés.

Naquele momento, até fugir da propriedade parecia uma excelente ideia.

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