Entrar Via

Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 544

Ela enfatizou várias vezes.

Aqui é a União de Serena do Sul!

Não traga os maus hábitos do Bairro Cedro Alto para a União de Serena do Sul!

Esse sequestro sem mais nem menos.

Se sequestrasse alguém que não conhecesse.

Ela ainda teria que limpar a bagunça!

Parece que precisava encontrar alguém para ensinar VerMe sobre as regras de sobrevivência na União de Serena do Sul!

Cecília não continuou no assunto: — Vá embora logo, estou com sono e quero descansar.

Sebastião curvou os lábios, concordando: — Que coincidência, eu também estou cansado e quero descansar.

Cecília: — ... Então vá.

Sebastião parecia não ter ossos, charmoso demais: — Trabalhei o dia todo, estou tão cansado que não tenho forças no corpo, não consigo andar~

Então, queria ficar enrolando por aqui na cara de pau?

VerMe era realmente uma gênia!

Cecília não se deu nem ao trabalho de olhar para o pavão abrindo a cauda, levantou a mão para puxar o homem e jogá-lo para fora.

Assim que a mão se aproximou.

A mão grande do homem agarrou o pulso dela.

A palma da mão dele era quente, e a força não era forte.

No instante em que as peles se tocaram, foi como se uma pena fizesse cócegas no coração de Cecília.

Ela franziu os lábios: — Solte!

— Esse seu hábito não é bom. — O homem endireitou o corpo e ergueu a mão para tocar as pontas dos cabelos dela que ainda pingavam.

Ele se levantou e puxou a garota para se sentar na beira da cama.

E depois se virou, entrou no banheiro e trouxe o secador de cabelo.

Ele ficou atrás dela, o secador zumbiu, e o ar quente soprou no cabelo de Cecília.

Os dedos do homem passavam pelos fios de cabelo dela, com movimentos suaves.

Sentindo o vento quente a envolvendo e os movimentos gentis do homem.

Os lábios vermelhos de Cecília se apertaram novamente.

Esse homem...

Era realmente sem vergonha.

O zumbido parou.

Ela abriu os olhos preguiçosamente, e o que viu foi o abdômen estreito e magro de Sebastião.

A camisa estava um pouco solta, mas as linhas musculares podiam ser vistas.

Ela ergueu a cabeça.

Sebastião estava parado na frente dela não se sabe desde quando, inclinando-se levemente, querendo abraçá-la.

Ao ver a garota abrir os olhos e olhar para ele.

Ele tinha uma expressão normal no rosto, e seus lábios finos se ergueram, a voz rouca muito encantadora: — Pensei que você tivesse dormido.

— Então queria se aproveitar do meu momento de fraqueza? — Cecília semicerrrou os olhos brilhantes.

Sebastião riu: — Eu até queria.

Ele se inclinou, e mesmo com a garota de olhos abertos, ele não pareceu querer parar e a abraçou.

Cecília: "?"

— Vi que estava quase dormindo, estou te levando para a cama. — Sebastião sorriu.

Cecília: "?" Ela estava acordada agora, não estava?

— Como um presente amarrado e trazido para a Ceci~, eu tenho que cumprir meu dever de presente. — A risada rouca e envolvente de Sebastião parecia prender os tímpanos. — Se for para servir, tenho que servir até o fim.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Não Implora. Ela Enterra.