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Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 543

Ficar muito tempo facilitaria ser descoberta.

VerMe lançou um olhar de aviso para o homem na cama e fez um gesto de "comporte-se, ou corto seu pescoço".

Os lábios finos do homem se curvaram para cima, e ele disse silenciosamente com os lábios: — Obrigado, bom trabalho.

VerMe: "..."

Ela cerrou os punhos.

Com uma cambalhota, saiu pela janela de Cecília e foi embora sem fazer barulho.

Cerca de dez minutos depois.

Cecília saiu do banheiro envolta em vapor de água e com um perfume suave.

Ela vestia um roupão de seda, macio e ajustado à pele, os longos cabelos pretos pingavam água, com a toalha na cabeça, ela se enxugou casualmente.

Sob o vapor da água, o rosto delicado e sem maquiagem da garota mostrava um pouco de suavidade.

Mas, no momento em que saiu do banheiro.

A expressão relaxada da garota congelou, e seus olhos claros olharam para a cama de princesa.

O homem alto e esbelto estava meio deitado preguiçosamente na grande cama de renda branca e rosa, com o colarinho levemente aberto, revelando a pele clara e fria, os músculos peitorais definidos e aquele trecho de clavícula sexy e reta.

A postura dele era incrivelmente relaxada.

Ao ouvir o som, quando levantou os olhos para olhar para Cecília, seus profundos e atraentes olhos se curvaram, e o sorriso malicioso no canto dos lábios não pôde ser escondido.

— Ceci~

A voz baixa e rouca do homem, nesse momento ambíguo, nesse lugar ambíguo, sob essa atmosfera ambígua, parecia excepcionalmente cativante.

Ele era como uma Raposa exibida abrindo a cauda de pavão.

A mão de Cecília secando o cabelo parou: — Sebastião, o que você faz aqui?

Uma risada magnética e baixa escapou da garganta de Sebastião.

Seu olhar caiu nas pontas do cabelo da garota que pingavam água.

Ao se mover.

O colarinho abriu ainda mais, revelando grandes linhas dos músculos definidos.

Muito arrebatador.

— Ceci~ Já que me amarrou, não deveria cuidar do que vem depois? — Ele inclinou a cabeça, seu rosto encantador levantado de forma preguiçosa.

Cecília levantou a mão e jogou a toalha meio úmida de sua cabeça na cabeça do homem: — Vá cobrar responsabilidade de quem te amarrou.

— Tem certeza? — Sebastião riu baixo, seus dedos bem definidos segurando a toalha no rosto, e ergueu o corpo pela metade de maneira preguiçosa.

Cecília: "..."

Ela podia imaginar quem foi o espertinho que fez esse tipo de coisa.

Além de VerMe.

Provavelmente não havia mais ninguém tão audacioso e inconsequente.

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