Entrar Via

Ela Não Implora. Ela Enterra. romance Capítulo 1179

Cecília congelou.

E olhou para Anselmo, o Eremita.

Ela, a maior surpresa da avó?

— Naquela época, Flávia Passos te rejeitou por ser menina e te largou no interior para que a avó te criasse.

— Quando Flávia Passos te largou aqui, você era desse tamanhinho. — Ele fez um gesto de tamanho com as mãos. — Sua avó queria que você fosse uma pessoa comum, crescesse em paz, casasse com um bom homem e vivesse uma vida normal. Por isso, no início, ela nunca pensou em te deixar saber o que escondia.

— Mas... sua inteligência e seu dom assustadores, além da incrível capacidade de aprender, eram sobrenaturais... anormais.

— Esse dom não dava para esconder.

— Quando você era daquele tamanhinho, já entrava no laboratório do porão e usava aqueles aparelhos precisos para copiar perfeitamente experimentos muito complexos.

— Na época, você tinha quatro anos? Ou cinco?

Cecília lembrava.

Das garrafas e potes do porão, dos líquidos estranhos e dos pós, além da montanha de aparelhos.

Ela pensou que eram brinquedos da avó.

Quando a viu usando uma vez, decorou tudo.

Depois, a avó nem se escondia mais para brincar, sempre a levava junto.

A avó fazia uma vez.

Depois deixava ela fazer.

E explicava o uso, os líquidos, os pós e os potes, dizendo o porquê daquilo.

Anselmo, o Eremita suspirou: — A avó sabia que quem tem o dom paga por ele. O seu não ficaria escondido. No futuro... o Sol Negro viria.

O nosso preço é apenas 1/4 do de outros fornecedores

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela Não Implora. Ela Enterra.