Entrar Via

Ela é o Oceano, Eu Sou o Náufrago romance Capítulo 311

Embora fosse dia, as luzes da loja estavam acesas.

O lustre de cristal iluminava bem o ambiente.

A luz brilhante realçava ainda mais o rosto delicado de Marília, tornando-o mais vívido e tridimensional. Seus cabelos negros e longos estavam soltos, conferindo-lhe um ar elegante e feminino.

A parte superior do vestido de noiva era no estilo tomara-que-caia, com a clavícula perfeitamente exposta. A pele branca e suave se destacava, com curvas sutis, graças ao design apertado na cintura, que acentuava suas curvas delicadas e femininas.

A saia do vestido era decorada com muitas flores, criando uma forma volumosa que se estendia por vários metros atrás dela.

Era um vestido de noiva muito jovem, extremamente bonito e bem ajustado, como uma princesa graciosa e romântica.

Leandro imediatamente colocou a revista que estava segurando de lado e se levantou para se aproximar.

Marília estava de frente para o espelho, admirando sua própria beleza, quando percebeu que a parte de cima do vestido estava um pouco solta. Ela se virou e disse:

— Pode verificar se o zíper atrás está fechado?

— Claro.

A vendedora se aproximou de Marília para ajustar o vestido, mas, nesse momento, a voz profunda de um homem interrompeu:

— Eu faço isso.

A vendedora virou-se e viu que era o marido da cliente, cedendo rapidamente o espaço.

Marília, ao perceber que Leandro estava atrás dela, franziu a testa, não querendo que ele a tocasse.

No entanto, ela não queria falar com ele, então ficou em silêncio, com o rosto fechado.

Leandro ajustou o zíper do vestido e não saiu imediatamente. De onde estava, se olhasse para baixo, poderia ver claramente uma parte do corpo dela. Ele já tinha estado com ela várias vezes e conhecia bem seu corpo.

Leandro também estava há algum tempo sem intimidade e, agora, olhando para a pele branca de Marília, engoliu em seco.

Marília estava familiarizada com aquele olhar dele.

Felizmente, ambos já haviam feito o registro de pedido de divórcio, ela não precisava mais se preocupar em atender às necessidades físicas dele.

— Não há problemas, pode deixar assim. Não precisa mais ajustar.

Marília puxou a cortina e pediu para que a ajudassem a tirar o vestido de noiva.

Antes de tirar o vestido, ela ainda achou que essa oportunidade era única, era a primeira vez que vestia um vestido de noiva nesta vida, e não sabia se teria outra chance. Marília pensou por um momento, pegou sua bolsa, tirou o celular de dentro e pediu para alguém tirar uma foto dela, para guardar de recordação.

Depois de tirar a foto, ela se despediu do vestido de noiva.

O terno de Leandro também não precisava de ajustes.

Depois de trocarem de roupa, saíram da loja de noivas, e Leandro perguntou:

— Vamos almoçar juntos?

Ela ficou irritada, olhou para o sorriso atencioso de Anselmo e respondeu:

— Tudo bem, na verdade estou com fome, vamos juntos.

Ela colocou o celular de volta na bolsa e saiu com Anselmo.

No entanto, antes de dar dois passos, uma mão grande a agarrou, puxando-a de forma brusca, fazendo-a tropeçar e cair nos braços de Leandro.

Quase ao mesmo tempo, Anselmo reagiu rapidamente, segurando a outra mão de Marília, tentando puxá-la de volta.

Leandro não a soltava.

— Leandro, você está me machucando.

Marília o olhou com raiva.

Leandro, ao ouvir que ela estava com dor, diminuiu um pouco a força, mas ainda não a soltou.

Anselmo olhou-o com um sorriso desafiador:

— Leandro, Mimi já me disse que vai almoçar comigo. O que exatamente você está tentando fazer?

Leandro franziu a testa, prestes a dizer que Marília era sua esposa e que ele não permitia, mas Marília falou antes dele:

— Leandro, você lembra o que fizemos hoje?

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Ela é o Oceano, Eu Sou o Náufrago