Depois de desligar o telefone, Arthur olhou para Cícero:
— Papai, vamos atrás da mamãe agora mesmo! Vamos fazer uma surpresa para ela!
Cícero deu um leve sorriso e, ao olhar para tudo o que já estava preparado, sentiu uma grande satisfação.
— Certo, vamos lá. Vamos buscar a mamãe.
Cícero dirigiu rapidamente até o local. Assim que Arthur viu Eduarda, a puxou para o carro deles.
— Deixa o seu carro com o Sr. Villar. Vem comigo, mamãe, temos algo muito importante para resolver.
Foi assim que Eduarda acabou sendo arrastada para o carro por Arthur, e pai e filho a levaram para outro lugar.
Ao chegarem, Eduarda finalmente percebeu do que se tratava. Mal entrou, virou-se com intenção de sair.
Cícero deu um passo largo e parou na frente de Eduarda, bloqueando seu caminho.
Com uma postura humilde, Cícero pediu:
— Dê uma olhada antes de ir. Eu preparei isso por muito tempo, só queria comemorar seu aniversário de uma forma especial.
Arthur, muito empolgado ao lado, também disse:
— É verdade, mamãe! Olha só, o papai e eu preparamos tudo com muito carinho.
Dito isso, Arthur puxou Eduarda para dentro.
Os olhos de Eduarda foram preenchidos por rosas frescas e vibrantes, tão deslumbrantes que era impossível desviar o olhar. O ar estava impregnado com a fragrância inebriante das flores.
Todo o restaurante no terraço foi reservado exclusivamente para vocês. Além das belas flores, havia uma banda tocando músicas românticas e, no centro do salão, repousava um bolo mais alto que uma pessoa. Todos os elementos românticos deixavam claro que aquele era um jantar de aniversário preparado especialmente para ela.
Cícero estalou os dedos e os garçons trouxeram os carrinhos de serviço, servindo à mesa pratos requintados, preparados com o maior capricho.
Arthur se aproximou segurando um pequeno buquê de rosas que já estava preparado, ergueu o rosto e levantou as mãos para entregá-lo a Eduarda.
— Mamãe, feliz aniversário! Espero que você continue linda para sempre, assim como essas flores.
Os olhos de Arthur brilhavam intensamente. Ele segurava o buquê, encarando os olhos de Eduarda com muita sinceridade.
— Hum, obrigada, Arthur.


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