O sol se levantou no leste, e a luz da manhã começou a banhar a terra, cobrindo lentamente toda a vila.
Em seguida, Helena e Iran Alves lideraram seus homens para desmantelar de vez a base de Sirius.
— Srta. Soares, nosso chefe está morto. O pessoal da facção Sapherieri está vindo para cá massacrar tudo. É melhor a senhora fugir!
O subordinado de Sirius avisou Iracema Soares, que ficou completamente chocada.
— O que você disse? Sirius morreu?!
Iracema nunca imaginou que ele seria morto tão rápido!
— Sim, a maioria já debandou. Aliás, eu também estou caindo fora! — O homem se virou, pronto para desaparecer.
— Espera por mim! Me leve junto! Você tem que me proteger!
— Srta. Soares, com a morte do Sirius, não sigo mais as ordens dele. Só vim avisar em respeito ao passado. A partir de agora, é cada um por si!
O homem a abandonou ali mesmo, sem olhar para trás!
Iracema saiu e viu as pessoas correndo em pânico, algumas levando objetos de valor do esconderijo.
Ela não tinha mais parentes neste mundo. Para onde ela iria agora?
Uma sensação de abandono e incerteza a dominou.
Mas, antes de tudo, ela precisava salvar a própria vida!
Ela não podia cair nas mãos de Helena de jeito nenhum.
Como não era rápida, acabou sendo empurrada pela multidão em fuga, caiu no chão e ficou para trás.
Quando finalmente conseguiu se levantar, Helena e Iran Alves já estavam ali, cercando-a com seus homens.
— Vocês... vocês... — gaguejou Iracema, tremendo de tensão ao ver Helena.
— Peguem-na. — ordenou Helena, fria.

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