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Destinos Entrelaçados: Renascida Após Ser Esquartejada romance Capítulo 753

— Sabe com quem está lidando?! Como ousam me sequestrar?! Se eu sair daqui, vou acabar com a raça de cada um de vocês!

Isaque se aproximou a passos lentos e desferiu um chute brutal contra o saco.

— AAAAAH!

O grito de dor de Lucas ecoou pelo cômodo.

Com um gesto frio, Isaque ordenou que Alana abrisse o saco.

Assim que o tecido foi puxado, Lucas já abriu a boca para cuspir maldições. Mas as palavras morreram em sua garganta ao ver quem o encarava de cima.

Ele se arrastou do chão, tentando manter alguma pose, e apontou o dedo trêmulo para o meio-irmão.

— Então foi você! Eu devia imaginar! Seu bastardo desgraçado! A surra da última vez não foi suficiente?! Como tem a coragem de me sequestrar? Me solte agora mesmo ou...

No meio da frase, Lucas travou. Algo não fazia sentido.

— Espera... Você... Como você está de pé?!

Os olhos de Lucas percorreram Isaque de cima a baixo, incrédulos.

No último encontro deles, Lucas havia praticamente esmagado as pernas dele. Até as costelas de Isaque haviam sido fraturadas a pauladas.

Ele tinha certeza absoluta de que Isaque passaria o resto da vida em uma cadeira de rodas, como um lixo inútil.

E mesmo que houvesse algum milagre médico, ele precisaria de anos de cirurgias e repouso absoluto para sequer dar um passo.

Mas ali estava ele. Em tão pouco tempo, de pé, imponente e frio como se nada tivesse acontecido.

Era completamente impossível.

— Lucas Domingos, eu disse que um dia cobraria a conta. E aqui estou eu. — a voz de Isaque era cortante como gelo. Ele o olhava com profundo nojo. — Pode ter certeza de que eu jamais esquecerei o que você fez naquele armazém do cais.

Sentindo a ameaça real naquelas palavras, Lucas recuou instintivamente, tentando encontrar uma rota de fuga. Mas Alana já estava posicionada atrás dele.

Com um chute rápido, ela o derrubou.

Lucas soltou um gemido de dor e caiu de joelhos no chão, em uma postura patética e humilhante.

— Isaque Domingos, seu bastardo filho de uma p*ta! O que você quer fazer comigo?!

Em dias normais, qualquer tipo de sujeira já o deixava fisicamente enojado.

Mas hoje era o seu dia de vingança. Por pior que fosse a cena, ele a suportaria sem piscar.

Ele queria ver, com os próprios olhos, Lucas sendo forçado a engolir aquilo!

O guarda-costas pegou a bacia e avançou contra o rosto de Lucas, despejando o conteúdo na boca dele.

Lucas se debatia como um animal. O segurança calçou uma luva grossa, apertou o maxilar de Lucas para forçar a boca a abrir e começou a empurrar a sujeira goela abaixo.

— Mmph... mmph... hrg! — Lucas sufocava em sons abafados.

Assim que o homem o soltou, Lucas desabou no chão, vomitando violentamente. A cena era nojenta além da conta!

As mãos de Isaque apertaram-se em punhos. Suas veias saltaram. Seu próprio estômago revirou fortemente.

Aquela cena trouxe flashes cruéis de sua própria infância, de quando ele era submetido àquela mesma tortura.

Ele suportou em silêncio. E então, o silêncio pesado da sala foi quebrado por uma risada solta e insana.

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