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Destinos Entrelaçados: Renascida Após Ser Esquartejada romance Capítulo 749

Helena mirou com precisão mortal em um dos agressores e apertou o gatilho sem qualquer hesitação.

O projétil atingiu o alvo em cheio, e o homem desabou pesadamente no chão frio.

Enquanto isso, Iran Alves arrastava Tereza com segurança para dentro do banheiro adjacente ao quarto.

— Fique escondida aqui dentro e não ouse se mover. — Ordenou ele em um sussurro tenso. — Eu vou lá fora verificar a gravidade da situação.

— Tome muito cuidado! — Pediu Tereza, lançando a ele um olhar carregado de angústia e afeto.

Iran Alves apenas assentiu com firmeza, virou as costas e mergulhou de volta no inferno do combate.

Com a habilidade tática formidável dele somada à letalidade de Helena, o pequeno esquadrão de mercenários que realizou o ataque furtivo foi aniquilado em questão de segundos.

No entanto, o inimigo havia subestimado as próprias perdas e preparado reservas.

Justamente quando Helena permitiu que um suspiro de alívio escapasse, acreditando que a carnificina havia chegado ao fim, a realidade provou o contrário.

De repente, uma nova leva de assassinos irrompeu pelas portas destruídas, avançando como feras ensandecidas.

Eles despejaram uma chuva torrencial de balas cegamente contra o interior do cômodo despedaçado.

Emília, paralisada pelo mais puro terror, tentava arrastar o próprio corpo trêmulo em direção a qualquer rota de fuga invisível no meio do caos.

O destino, porém, decidiu puni-la pelo seu pânico covarde.

Uma bala perdida, disparada ao acaso na escuridão, atravessou o ar e perfurou o corpo dela impiedosamente!

O impacto a lançou ao chão, colapsando o seu peso contra os escombros em um baque surdo.

Aquele único e violento estampido colocou um ponto final definitivo na sua existência patética.

Sem demonstrar um pingo de clemência, Helena e Iran Alves neutralizaram sistematicamente essa segunda onda de executores.

— Iran, vá até o corredor e verifique se ainda restou algum atirador escondido! — Comandou Helena com autoridade.

Iran Alves agarrou a sua arma fumegante e saiu correndo pelos destroços para vasculhar a área circundante.

O tiroteio colossal causou um alvoroço pandêmico em todo o hospital, fazendo dezenas de pacientes e funcionários correrem em pânico pelos corredores enfumaçados.

O diretor do hospital, com as pernas trêmulas, ousou se aproximar para avaliar os danos.

Daniel se adiantou e iniciou imediatamente as frias negociações financeiras com ele.

No turbulento país K, dominado por centenas de senhores da guerra sanguinolentos, trocas de tiros viscerais eram tão comuns que a população local havia se tornado quase apática à violência.

Se uma bala perdida destruísse a sua propriedade, o consenso geral ditava que era apenas mais um dia de azar terrível.

Sendo generosamente compensado, o diretor convocou às pressas uma equipe de funcionários para remover as pilhas de cadáveres que bloqueavam a passagem.

Todos os intrusos invasores estavam irrevogavelmente mortos.

Helena caminhou por cima dos detritos, parando diante do corpo caído de Emília.

Para a mais profunda surpresa humana, Emília ainda se agarrava debilmente a um último fiapo de respiração.

Ao avistar o rosto indiferente de Helena acima de si, ela abriu os lábios manchados de sangue em um esforço colossal, lutando para articular alguma frase maldita.

— Diga logo o que você tem que dizer antes de morrer. — Instruiu Helena, observando o fim da sua inimiga sem a menor emoção.

— Eu... eu odeio... você... — Emília expeliu essas quatro palavras venenosas com a última gota da sua energia vital.

Capítulo 749 1

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