— O que você quer? — Perguntou Helena.
— Na verdade, não quero muito de você, a menos que me ceda aquele homem.
Helena perguntou com certo interesse: — E como eu faria isso?
— Atraia-o para a minha cama para que eu possa aproveitá-lo por uma noite, e eu não guardarei ressentimentos sobre aquele assunto. — Ameaçou lisa. — Caso contrário, eu não a perdoarei!
Helena não pôde deixar de rir.
Durante muito tempo, era apenas os homens que desejavam possuir as mulheres.
Ela nunca imaginou que essa mulher cobiçaria Daniel a ponto de desejar passar a noite com ele.
— Sinto muito, mas receio não poder ajudá-la com isso!
— O que você quer dizer? — Retrucou lisa. — Está se recusando?
— Não é que eu me recuse, mas mesmo que eu o atraia para a sua cama e você se despa em frente a ele, ele não terá o menor interesse em você.
lisa ficou extremamente enfurecida ao ouvir isso.
— Como ousa me humilhar!
Helena encolheu os ombros. — Eu não a estou humilhando, apenas dizendo a verdade. — Explicou ela. — Garota, estou fazendo isso para o seu próprio bem, pois as consequências serão graves se você realmente tentar isso, já que ele não é alguém que se deve provocar!
— Vá para o inferno com as suas mentiras! — Esbravejou lisa. — Isso é apenas uma desculpa porque você não quer compartilhar aquele homem. — Ela ameaçou. — Se você se recusa a colaborar hoje, então ajoelhe-se e implore por perdão, e eu a pouparei!
Os olhos de Helena de repente tornaram-se afiados, brilhando como a lâmina de uma espada.
A mulher ao lado de lisa ficou assustada com a expressão de Helena.
— Saia do caminho. — Helena ordenou rigidamente a lisa.
— Você me enganou e ainda não quer admitir o erro, então veja como eu vou lidar com você hoje!
Após dizer isso, lisa ergueu a mão com a intenção de esbofetear Helena.
Helena rapidamente segurou a mão dela e a arrastou com força para dentro do banheiro.
— Me solte... — Disse lisa, que não esperava que Helena fosse tão forte.
A amiga dela ficou estupefata e rapidamente correu atrás delas.
Ela viu Helena puxar lisa para dentro de uma das cabines do banheiro e trancar a porta.
— Uuu! Não! Não!
— Socorro! Socorro! Alguém me ajude!



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