Alana assentiu com a cabeça.
Ela confiava em Helena porque Helena era alguém em quem Isaque Domingos confiava.
Portanto, ela também confiava incondicionalmente.
Momentos depois, Helena entrou no quarto do hospital para ver Isaque Domingos.
Isaque Domingos estava com uma máscara de oxigênio, ainda em sono profundo.
Helena aproximou-se e colocou gentilmente os dedos sobre o pulso dele para sentir a pulsação.
Ela queria verificar o estado atual de seu corpo.
— Pela lógica, ele já deveria ter acordado. — Murmurou Helena para si mesma.
Assim que ela terminou de falar, os cílios de Isaque Domingos tremeram e ele abriu os olhos lentamente.
Ao ver o rosto de Helena diante de si, ele mal pôde acreditar, sentindo que ainda estava sonhando.
Como poderia acordar e ver a pessoa que ocupava seus pensamentos bem ali? Certamente era um sonho.
Ele pensou por um instante e decidiu que preferia não acordar desse sonho, desejando que continuasse para sempre.
Com esse pensamento, fechou os olhos novamente.
— Isaque Domingos, acorde. — Chamou Helena.
Não era um sonho?
Isaque Domingos abriu os olhos mais uma vez e viu Helena olhando fixamente para ele.
Ele murmurou com dificuldade: — Che... Chefe...
— Isaque Domingos, você finalmente acordou. Sente algum desconforto?
— Dor, o corpo todo dói, mas ao ver você, de repente, não dói tanto assim!
Provavelmente a anestesia havia passado, permitindo que ele recuperasse a sensibilidade.
— É normal sentir dor. Daqui a pouco, injetarei alguns analgésicos no seu soro para aliviar. Isso vai ajudar.
— Muito obrigado, Chefe.
Isaque Domingos tentou se levantar, mas percebeu que todo o seu corpo, exceto a cabeça e as mãos, estava imobilizado.
— Não se mexa. Você tem muitos ferimentos. Acabei de realizar a cirurgia e você precisa se recuperar lentamente no hospital. Absolutamente não pode se mover.

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