— Certo... tudo bem. Só queria avisar que nossos homens encontraram o rastro daquele tal de Tio Dragão. Ele está em um cassino clandestino.
— Me envie a localização. Vou até lá.
Aquele era o homem que havia sabotado a fábrica de eletrônicos, adicionando substâncias nocivas às matérias-primas, um ataque deliberado contra ela.
— Ok, enviando agora.
Instantes depois, Helena recebeu a mensagem. Olhou para o relógio; já estava quase na hora da saída, então deixou a empresa.
Coincidentemente, Elaine Lima precisava enviar alguém para buscar algumas amostras.
Ela procurou por todo o lado e não viu Helena.
— Renata, onde está a Helena? — Perguntou Elaine Lima.
Renata Sadrosa respondeu:
— Acho que já foi embora. Vi ela arrumando as coisas agorinha.
Elaine Lima ficou furiosa ao ouvir isso.
— Que horas são para ela já ter saído?
Renata Sadrosa sussurrou:
— Elaine, já deu o horário de saída.
Elaine Lima verificou o relógio e confirmou.
— Mal deu o horário e ela já correu. Olhe para esta empresa, ninguém sai tão pontualmente quanto ela! — Disse ela, ainda inconformada.
Reclamações à parte, a pessoa já tinha ido embora e não havia nada que ela pudesse fazer.
Enquanto isso, Helena chegava ao cassino subterrâneo.
O local era uma mistura de tipos duvidosos. Muitos se aglomeravam ao redor das mesas. Embora a escala não fosse grande, o volume diário de transações era impressionante.
— Ei, senhorita, quem você está procurando? — Um apostador bloqueou o caminho de Helena.
Suas bochechas estavam vermelhas e ele cheirava a álcool; estava claramente bêbado.
— Saia da frente. — Disse Helena friamente.
O homem avançou para puxar o cabelo de Helena, mas, naquele instante, uma figura surgiu e colocou-se à frente dela.
E ainda empurrou o homem para longe.
— O quê? Atrevendo-se a intimidar as pessoas aqui? Parece que você cansou de viver. Onde está o dono deste lugar? Mande-o vir aqui. Expulsem este homem e nunca mais o deixem entrar! — Disse a figura.
Helena ficou surpresa.
Aquiles Silveira!
Era Aquiles Silveira!
O irmão de Daniel que raramente aparecia.
Pouco depois, o dono apareceu, claramente reconhecendo Aquiles Silveira.
Ao vê-lo, tratou-o com reverência.
— Ah, é o Sr. Silveira! O que aconteceu?
— Este homem está assediando os clientes. Não quero vê-lo aqui nunca mais.

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