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Destinos Entrelaçados: Renascida Após Ser Esquartejada romance Capítulo 432

Aquiles Silveira não gostava de administrar os negócios da família, então não a atrapalhava por enquanto.

A irmã de Dagoberto, Celeste Silveira, era alguém com quem ela não precisava se preocupar.

A primeira ala da família tinha grandes chances de retomar o controle da empresa.

Quem diria que Daniel se recuperaria de repente e assumiria a presidência do Grupo Silveira.

Agora, ele havia se tornado novamente seu maior problema.

Ela precisava arrancá-lo do caminho!

O fato de sua mãe não lutar não significava que ela não lutaria.

Ela era a única esperança da primeira ala.

Daniel não era fácil de lidar; aquela vadia da Adriana realmente pariu um filho competente.

— Srta. Lucimar Silveira, a Senhora ela...

— Chega, eu vou descansar. — Lucimar Silveira interrompeu Chloe e subiu as escadas.

Chloe engoliu as palavras.

A própria mãe adoeceu de raiva por causa dela, e ela nem sequer se preocupou.

No dia seguinte.

Assim que Lucimar Silveira acordou, um criado veio informar.

— Srta. Lucimar Silveira, alguém entregou esta caixa na mansão da família Silveira, disseram que é uma encomenda para a senhorita.

Lucimar Silveira ficou atônita; será que os sapatos haviam chegado?

Ver os sapatos logo cedo?

Essa velocidade era rápida demais!

Ela ainda esperava arranjar problemas para Helena!

— Traga aqui para eu ver.

Lucimar Silveira abriu a caixa e descobriu que realmente havia um par de sapatos idêntico lá dentro.

— Impossível, isso deve ser falso.

— Aquela mulher da roça, como ela poderia ter este modelo?

— Este modelo já saiu de linha há muito tempo, até mesmo para Daniel seria difícil encontrar!

Lucimar Silveira examinou cuidadosamente; a embalagem era requintada, idêntica à de quando ela comprou o original.

Olhou para os sapatos novamente e não encontrou nenhum defeito.

Aquilo era realmente estranho!

— Srta. Lucimar Silveira, estes não são... os sapatos que a senhorita jogou fora ontem? — Perguntou Chloe, confusa.

— Sim, alguém arranjou uma falsificação para me enganar.

— Mesmo que seja muito bem feito, e daí?

— Srta. Lucimar Silveira, eu não vivo de graça, eu trabalho para a família Silveira.

— Além disso, o que eu como e uso vem da minha tia, não tem nada a ver com a Srta. Lucimar Silveira! — Disse Iolanda Peregrino friamente.

— Ha! Tia?

— Apenas uma amante, e você se orgulha disso?

— Para ser clara, ela é apenas a 'outra'!

— A parente trazida pela amante ainda ousa se exibir aqui, é patético.

— Ah, a propósito, você e Daniel não cresceram juntos?

— Como é que ele não se casou com você e acabou noivando com aquela caipira? — Ironizou Lucimar Silveira.

Iolanda Peregrino respondeu com raiva:

— Isso não é da sua conta, é assunto da nossa ala.

— Hehe, Iolanda Peregrino, você se acha muito nobre.

— Na verdade, você é inferior até àquela mulher da roça.

— Todos esses anos na nossa família Silveira, parecendo glamourosa, mas na verdade você não passa de uma cadela que a família Silveira cria.

— Você realmente acha que é uma dama da família Silveira?

— Terceira ala? Você não pertence a ala nenhuma!

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