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Destino Cruzado, Não Soltar! romance Capítulo 526

Ângela observava-o e, sem perceber, acabava por tratá-lo como uma criança grande.

Ela esperava estar enganada.

Ramalho era realmente um adulto com a mente ainda não amadurecida, e nada tinha a ver com a AK.

"Ramalho, já está ficando tarde, eu preciso voltar para casa."

"Anjo, eu... eu posso te ligar... ligar depois?" Ramalho pegou seu relógio-telefone em cima da mesa.

"Pode." Ângela deu a ele seu número de celular.

Ele digitou atentamente no relógio-telefone e também compartilhou o seu número com ela.

Antes de partir, Ângela se despediu especialmente de seus amigos antes de sair.

Ramalho ficou radiante, a Anjo era a primeira pessoa que se importava com seus amigos.

Entrando no carro, Ângela olhou para Justina, "Com base em sua experiência de ex-militar de elite, o que você acha? Ramalho é realmente tem problemas intelectuais ou está fingindo?"

"Ainda não percebi evidências de que ele esteja fingindo ter problemas de inteligência. Se ele está atuando, está fazendo muito bem," disse Justina, mudando o tom de voz, "mas a maioria que se junta a organizações obscuras tem um passado peculiar ou problemas psicológicos."

Ângela acenou levemente com a cabeça, ela ainda tinha que observar mais.

Se fosse uma atuação, ele acabaria se revelando.

Enquanto ela refletia, a voz de Justina soou novamente: "Como pode ser tanta coincidência, a gente encontrar ele bem na saída do supermercado?"

"O hotel fica por perto, é possível um encontro. E é bom, dá mais uma chance de nos aproximarmos dele e encontrarmos pistas." Ângela respondeu.

Se ele estivesse fingindo, seria extremamente cauteloso na frente de Felipe, sem cometer deslizes.

Porque ele sabia muito bem que Felipe era astuto e qualquer mínimo gesto poderia ser percebido por ele.

Mas ela era diferente, parece muito inocente por fora, desde que finja não ter nenhum outro objetivo, pode enganar o outro e fazê-lo subestimar a situação.

Se conseguisse eliminá-lo como suspeito, O Vasco Martins e o Sr. Adilson seriam os próximos a serem investigados.

Ela ainda não tinha encontrado o Sr. Adilson da família Martins, e Felipe teria que mandar alguém para investigá-los secretamente.

Ramalho sorriu e bateu palmas, "Legal, eu quero que Anjo... que ela brinque comigo todos os dias."

A matriarca riu, "Ramalho já está grande, está na hora de arranjar uma esposa."

Nesse momento, uma lagarta apareceu entre as flores do jardim.

Ramalho, ao vê-la, a esmagou com o pé.

"Bicho ruim, bicho ruim, essa é uma lagarta má."

A matriarca riu e perguntou, "Ramalho, você não gosta de insetos?"

"Não." Ramalho balançou a cabeça como se fosse um pintinho bicando, "Eu odeio bichos... bichos ruins, a última vez a Lira foi picada por um, e doeu muito... ela até chorou."

A matriarca sorriu, "Nem todos os insetos são ruins."

Ramalho assentiu, "Eu sei, os insetos que não comem folhas são... são bons."

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