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Deixe-me ir, meu marido mafioso romance Capítulo 95

Era quase meia-noite quando Alessandro e Micah chegaram à sede da máfia. O portão se abriu com um código de acesso, e foram recebidos por guardas armados na porta. Eles seguiram diretamente para o elevador, que os levaria à sala de tortura subterrânea, um lugar secreto reservado para traidores e inimigos.

Alessandro entrou no elevador primeiro, seguido de perto por Micah. A porta se fechou. A mandíbula de Alessandro estava tensa e cerrada. Suas respirações pesadas eram um lembrete da tempestade iminente prestes a ser desencadeada assim que ele encontrasse o traidor diante dele.

O zumbido suave do elevador só aumentava sua impaciência e estresse. Finalmente, o elevador parou, e as portas se abriram. Demonstrando urgência em sua caminhada, eles saíram para o corredor. Seus passos pesados e apressados ecoavam no chão de pedra fria e polida, amplificando a tensão no ar. O corredor estreito era revestido de paredes de concreto, iluminado por luzes fluorescentes intermitentes que zumbiam enquanto caminhavam por ele.

Quando chegaram à pesada porta reforçada da sala de tortura, Micah digitou um código, e a porta rangeu ao abrir, revelando a câmara além.

Dentro, a sala de tortura era robusto e utilitária. Mesas de metal alinhavam um lado, cada uma equipada com restrições e uma variedade de instrumentos sinistros. Correntes pendiam do teto, e as paredes eram adornadas com várias ferramentas projetadas para interrogatório.

A iluminação dura lançava sombras nítidas pelo chão de pedra fria. No centro da sala, havia uma única cadeira. Um homem, sangrando de múltiplos ferimentos, estava amarrado com tiras de couro, gemendo e respirando lentamente.

— Pierre! — Alessandro sorriu ameaçadoramente enquanto o chamava em voz baixa. Pierre olhou para cima, todo seu ser tremia com o pensamento da morte caminhando em sua direção na forma de Alessandro Valentino.

— C...C... Chefe. P... P... por favor... Me... Me perdoe... Me perdoe! — ele chorou desesperadamente.

— Não chore, Pierre — Alessandro rosnou entre os dentes enquanto ficava diante dele. — Você deveria se orgulhar de si mesmo. Você fez algo que ninguém mais ousaria fazer. Você foi corajoso o suficiente para me trair. Hunf! — Alessandro resmungou. — Não só me traiu, mas também tentou me matar junto com minha família. Homem esperto! — ele zombou, encarando-o.

— Não, chefe, eu não fiz nada. Fui ordenado a colocar uma bomba em seu carro. Eu não sabia que sua família também estava lá — Pierre soluçou, tremendo de medo.

Os olhos de Alessandro escureceram com uma mistura de raiva e um senso distorcido de vingança. Ele se inclinou mais perto, sua voz caindo para um sussurro letal.

— E quem te deu essa ordem, Pierre? Quem te convenceu de que me trair seria uma boa ideia?

Os olhos de Pierre se moveram freneticamente, procurando uma saída que não existia.

— Eu... Eu não posso dizer, Chefe. Eles vão me matar.

O aperto de Alessandro no colarinho de Pierre se intensificou, puxando-o para mais perto.

— E você acha que eu não vou? — ele sibilou, sua respiração quente e seus olhos fervendo de fúria.

— Me desculpe, Chefe. Por favor, não me mate. Eu tenho uma família — Pierre soluçou, lágrimas escorrendo pelo seu rosto.

— Diga-me o nome, e eu garantirei a segurança de sua família — Alessandro ofereceu severamente. Mas antes que Pierre pudesse responder, Micah interveio.

— Ele não vai revelar a informação tão facilmente. Deixe-me lidar com ele, chefe — Micah disse enquanto arrancava Pierre da mão de Alessandro desferindo socos fortes em seu rosto, seguido por um chute duro no peito. — Você tentou matar nosso chefe, seu rato maldito. Como você pôde fazer isso? — Micah continuou a desferir socos agressivamente. A cadeira tombou para trás, e Pierre caiu com ela. Mas Micah não parou; ele continuou golpeando chutes e socos, manchando o chão de vermelho com o sangue de Pierre.

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