Enquanto Mia escaneava sua impressão digital para abrir a porta de seu apartamento, Alessandro a superou, entrando primeiro e gritando alto:
— Gia! Maximo!
Toda a casa ficou surpresa, incluindo as crianças. Mas reconhecendo a voz familiar, os gêmeos correram para fora de seu quarto, seus olhos brilhando de alegria ao avistarem Alessandro de pé na sala de estar, esticando os braços para eles.
Gia e Maximo se olharam, radiantes antes de gritarem juntos:
— Papai! — e correrem em direção a Alessandro. Ele se ajoelhou no chão enquanto as duas crianças se chocavam em seu abraço. Deus, ele tinha sentido tanta falta deles.
— Eu senti saudades de vocês, crianças. — Alessandro murmurou, beijando a cabeça de Gia e Maximo uma por uma.
— Nós também sentimos saudades de você, Papai! Muito mesmo! — Gia e Maximo admitiram em uníssono.
Mia fechou a porta atrás dela e ficou ali, observando a emocionante reunião de Alessandro e as crianças.
— Papai, prometa que você nunca vai nos deixar. — Gia disse, fazendo beicinho enquanto seus olhos brilhantes e inocentes olhavam para cima para ele.
— Papai nunca vai te abandonar, querida. — Alessandro prometeu, olhando para sua pequena princesa enquanto sua garganta apertava de emoção.
— Papai, agora você não pode voltar atrás. Você nos prometeu. — Maximo ameaçou com sua voz doce.
Alessandro riu.
— Eu não saí por conta própria, amigão. Sua mãe me expulsou de casa. — Alessandro disse, fazendo Mia estreitar os olhos para ele com irritação. Esse homem da máfia astuto estava provocando seus filhos contra ela. Como ele era malvado!
— Mamãe, não force o Papai a sair. Por favor, deixe ele morar conosco. — Gia implorou, piscando para sua mãe com seus olhos inocentes.
Mia suspirou. Alessandro e as crianças estavam se unindo contra ela.
— Tudo bem, ninguém vai sair esta noite, então se acalmem. — Mia disse com exasperação.
— Yay! Papai, vamos para o nosso quarto! — Gia cantarolou, sua empolgação transbordando enquanto Alessandro a pegava em seus braços. Maximo ficou por perto, suas pequenas mãos firmemente apoiadas em sua cintura, parecendo mal-humorado e excluído.
— Tudo bem, campeão, venha aqui. — Alessandro disse com um sorriso caloroso, estendendo o outro braço para Maximo. Com um movimento rápido, ele pegou sua pequena cópia, segurando as duas crianças juntas.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Deixe-me ir, meu marido mafioso