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Deixe-me ir, meu marido mafioso romance Capítulo 88

Mia sorriu maliciosamente, seus olhos brilhando com travessura.

— Então, tudo isso foi para encontrar as crianças, huh?! — ela provocou, puxando a coberta para cima e segurando-a no peito, tentando se proteger do intenso olhar faminto dele.

Alessandro riu, um som profundo e rico que encheu o quarto.

— Não, boneca. Eu estava muito sério quando disse que te amo mais do que qualquer pessoa ou coisa. E outra coisa, não esconda seu corpo delicioso de mim. Cada centímetro de você me pertence. — ele sussurrou sensualmente, sua voz rouca um sussurro que fez arrepios percorrerem sua espinha. Seu olhar, escuro e comandante, fez a coberta escapar de seu alcance, revelando seu corpo aos olhos famintos do italiano.

Seus olhos percorreram seu corpo com uma fome possessiva, observando cada curva e contorno. Mia sentiu seu coração acelerar sob seu olhar inabalável, seu núcleo queimando dolorosamente de desejo. Ela apertou as pernas inconscientemente, tentando conter o desejo avassalador que novamente percorria seu corpo.

— Estou muito feliz depois de muito tempo, la mia regina. E quero comemorar com nossos filhos. — ele disse, sua voz suavizando com calor e sinceridade.

A maneira como ele disse “nossos filhos” fez o coração de Mia palpitar com um fluxo de amor e emoção.

Ela estava prestes a contar a ele a verdade, que Gia e Maximo eram na verdade seus filhos biológicos. As palavras pairavam em seus lábios, e ela se perguntava como ele reagiria. Ele ficaria radiante ao saber a verdade, ou ficaria furioso por ela ter guardado um segredo tão significativo dele?

Mia afastou os pensamentos confusos, decidindo que era melhor assim por enquanto. Alessandro adorava as crianças, e todos eram felizes juntos.

De repente, houve uma batida na porta.

— Devem ser suas roupas. — Alessandro anunciou, sua voz ressoando com autoridade, enquanto se dirigia para a porta com passos decididos.

Mia suspirou ao ver suas roupas rasgadas no chão e revirou os olhos. Não era necessário rasgá-las para removê-las. Mas quem poderia fazer um chefe da máfia italiana entender isso?

Ela puxou a coberta até o pescoço, se escondendo mais uma vez. O quarto estava separado por um lobby, e quem estava na porta não seria capaz de ver Mia daquele ângulo. No entanto, Alessandro não abriu a porta completamente; ele a abriu apenas o suficiente para pegar as roupas e fechou rapidamente.

Ao retornar ao quarto, ele sorriu maliciosamente, mostrando as roupas e as colocando ao lado da cama.

Enquanto voltava para Mia, o telefone de Alessandro começou a tocar. Franzindo o cenho, ele o pegou e viu que Lucas estava ligando. Ele gesticulou para Mia esperar um momento, então saiu para a varanda, fechando a porta atrás de si antes de atender.

— Sim? — ele respondeu, irritado.

— Chefe, onde você está? Não conseguimos te rastrear — disse Lucas, com um toque de pânico na voz.

— Estou bem e em um hotel — Alessandro respondeu, mantendo os detalhes vagos. — Qual é o problema?

— Chefe, seu carro foi atacado. Uns desgraçados atiraram nele, pensando que você estava lá dentro. Eles fugiram antes que pudéssemos alcançá-los. Por que você não levou os seguranças com você? — perguntou Lucas, com evidente preocupação na voz.

A carranca de Alessandro se aprofundou. Se ele estivesse no carro, desarmado e bêbado, poderia ter sido morto. Mia tinha sido seu amuleto da sorte; ela tinha salvado sua vida.

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