— Tire suas malditas mãos da minha mulher! — Adam bradou com raiva, todo o seu ser tremendo de fúria ardente.
— O que você acabou de dizer? — Alessandro rosnou, olhando fixamente para a estrela de cinema. — Sua mulher?! — Ele franziu a testa antes de continuar em um tom intimidante: — Ela é minha! — declarou o don italiano.
— Ousa chamá-la de sua! — Adam estava instantaneamente na frente de Alessandro, segurando a mão de Mia e puxando-a protegendo em sua direção.
— Não toque nela! — Alessandro berrava, agarrando o braço de Mia e puxando-a para ele, longe de Adam.
— Deixe a mulher e a casa imediatamente ou se arrependerá. — Adam advertiu sombriamente.
— Você ousa dizer isso! — Alessandro trovejou.
Todo o pessoal da casa se reuniu perto da cozinha, assistindo com medo enquanto os dois homens reivindicavam Mia.
Emily correu ao ouvir os barulhos altos, mas antes que pudesse intervir, Mia arrancou as mãos de ambos os homens zangados e gritou:
— Parem, os dois!
Ela olhou com raiva, fazendo com que ambos os homens suavizassem subitamente suas expressões ao olharem para o rosto furioso de Mia. Seus olhos se moveram da estrela de cinema para o don italiano enquanto franzia a testa com desdém.
— Eu não pertenço a ninguém! — ela anunciou, suas narinas se dilatando de frustração.
Aqueles tolos homens pensavam que podiam possuí-la. Ha! Eles nem mereciam um momento de sua atenção. Ela não precisava de um homem em sua vida. Ela era suficiente para si mesma e para seus filhos. Ela não precisava de nenhum desses alfas arrogantes que só buscavam afirmar sua propriedade sobre uma mulher, tratando-a como propriedade.
— Eu não pertenço a você, Sr. Whitmore, e nem a você, Sr. Valentino. Então saiam da minha casa agora! — ela fulminou, fumegando de raiva.
— Mia, amore, o que há de errado? — Alessandro estendeu a mão com preocupação, perplexo com sua reação. Mas Mia ergueu a mão firmemente, impedindo-o.
— Não! Sr. Valentino, pare.
— Mas, mia vita… — Alessandro tentou novamente.
Mia balançou a cabeça firmemente.

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