"Como puderam fazer isso comigo?" Emily arfou, cobrindo a boca com mãos trêmulas. Seus olhos transbordavam de dor da traição, o peso dela afundando fundo em seu peito.
A mandíbula de Matteo se contraiu, sua expressão endurecendo enquanto ele se moveu rapidamente para o lado dela, oferecendo um toque tranquilizador em seu ombro.
"O que você quer fazer com eles?" ele perguntou, sua voz baixa e carregada de uma intensidade perigosa. Seus olhos brilhavam com a promessa de vingança, mas ele queria ouvir primeiro o desejo de Emily.
"Eu quero confrontá-los", ela disse, sua voz firme apesar da tempestade de emoções que giravam dentro dela.
Matteo assentiu em concordância silenciosa antes de se virar para seu guarda-costas.
"Entregue esse bastardo para a polícia", ele ordenou friamente, apontando para o pessoal do hotel envolvido na traição.
"Não, senhor, por favor! Me perdoe. Eu não deveria ter pego o dinheiro! Eu me arrependo profundamente - apenas desta vez, por favor me perdoe", o garçom implorou, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto ele caía de joelhos.
Os olhos de Matteo estavam escuros de fúria enquanto ele se aproximava.
"O que você fez é imperdoável. Você drogou uma mulher e colocou a vida dela em risco por dinheiro. Se dependesse de mim, você enfrentaria a pena de morte." Sua voz caiu para um rosnado ameaçador. "Mas tenha certeza, você não verá o lado de fora de uma cela de prisão pelo resto da sua vida." Aquilo era pessoal, e ele nunca deixaria isso passar. Nunca.
Quando o garçom percebeu que Matteo não seria influenciado por seus apelos, ele se virou desesperadamente para Emily.
"Piedade, madame!" ele gritou, sua voz tremendo de medo. Por um breve momento,
O coração de Emily amoleceu, mas quando olhou para Matteo, ele balançou a cabeça, como se lesse seus pensamentos e a instasse silenciosamente a não ceder.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Deixe-me ir, meu marido mafioso