Ofegante, Alessandro desabou ao lado dela, puxando-a para seus braços. Ele desamarrou a seda de seus pulsos e removeu o pano de seus olhos. Quando os olhos molhados de Mia encontraram os dele, ela viu emoções cruas e amor refletidos de volta. Sobrecarregada pelos sentidos e com o coração transbordando de emoções mistas, ela segurou seu belo rosto em suas mãos, puxando-o para mais perto e pressionando seus lábios nos dele. Ela derramou todo o seu amor e seus sentimentos naquele único e fervoroso beijo.
Quando se afastaram, os dedos de Alessandro roçaram suas bochechas coradas, limpando os vestígios das lágrimas de seus olhos e bochechas.
— Você está bem, boneca? — ele perguntou com preocupação, pegando os pulsos de Mia em suas mãos e fazendo careta ao ver as marcas de sua punição neles.
— Estou bem — Mia sorriu, segurando seu rosto em suas pequenas palmas e fazendo com que ele desviasse o olhar de seus pulsos vermelhos e machucados para seu rosto.
— Às vezes você realmente ultrapassa meus limites — ele disse, trazendo seus pulsos aos lábios e beijando-os ternamente. Mia sorriu, corando.
— Umm... a propósito, há alguns lugares que estão doendo mais — ela sussurrou em tom provocante, fazendo Alessandro estreitar os olhos.
— Agora você vai se lembrar de não me provocar, pequena tentadora — ele advertiu sombriamente, sua mão deslizando para agarrar a bochecha vermelha e ardente de Mia, ainda marcada com suas impressões digitais. Mia deu um suspiro alto de dor, seus olhos se arregalando quando Alessandro pressionou-a contra seu pênis semieretos.
— Eu sou fiel às minhas palavras, boneca. Vou te punir duas vezes mais da próxima vez, e não serei gentil — ele repetiu em um tom frio, fazendo Mia engolir em seco e ficar sem palavras. Ela não conseguia decidir se queria provocá-lo novamente ou não, porque uma parte dela adorava vê-lo ficar selvagem com ela.
Apesar de suas palavras duras, ela sabia a verdade. Embora ele soasse como se estivesse a punindo, seu foco principal sempre estava em levá-la ao clímax e agradá-la, como se fosse seu dever máximo. Seu toque, embora áspero, sempre era calculado e impulsionado por um profundo desejo de satisfazê-la.
Os olhos de Alessandro penetraram nos dela, uma mistura de dominância e ternura. Seu aperto em sua bunda se intensificou ligeiramente enquanto ele a massageava, fazendo-a gemer suavemente. Mia fechou os olhos enquanto o prazer misturado com dor percorria seu corpo, fazendo seu núcleo pulsar e a umidade escorrer por sua buceta já dolorida.
Ele se inclinou, capturando seus lábios em outro beijo ardente. Mia sentiu seu pênis se erguer para plena dureza e espessura enquanto a boca de Alessandro se movia contra a dela de forma possessiva, reivindicando-a como sua.
Seu corpo respondeu instantaneamente, derretendo contra ele enquanto os vestígios da dor se misturavam com uma nova onda de desejo. Ela o queria de novo. A mão de Alessandro foi para seu quadril, guiando-a para cavalgá-lo. Seu pênis, agora totalmente duro, pressionava insistentemente contra suas dobras molhadas.
— O que você é, dolcezza, uma bruxa ou uma feiticeira? — ele rosnou, sua voz baixa e perigosa. — Por que não consigo me controlar perto de você?

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Deixe-me ir, meu marido mafioso