— Porra, baby, você está tão molhada! — Alessandro gemeu, sua voz rouca de desejo enquanto continuava a penetrá-la com intensidade implacável.
Mia não conseguia articular uma resposta coerente; todo o seu corpo parecia estar em chamas, cada terminação nervosa ativada pelo toque habilidoso de Alessandro. Enquanto sua boca quente se juntava aos dedos, mordiscando e sugando seu clitóris, ela sentia como se fosse explodir em chamas.
— Oh, Deus! Alessandro!!! — ela gritou, sua voz quebrando enquanto um orgasmo poderoso a atravessava. Seu corpo convulsionou com a força dele, gritando o nome de Alessandro. Sua língua estava seca e rouca, mas ela não conseguia parar os gemidos que escapavam de seus lábios.
— Querido, eu quero você — ela implorou desesperadamente, puxando contra as restrições em suas mãos amarradas firmemente atrás dela. Estava desesperada para libertar suas mãos e tocar aquele homem sexy que fazia seu corpo desejar tanto por ele.
O riso sexy de Alessandro ecoou pela sala.
— Baby, eu quero você mais do que você me quer. Mas seu castigo ainda não acabo — ele declarou, seu tom provocante. Ele lambeu o comprimento de suas dobras molhadas e supersensíveis, fazendo-a se contorcer violentamente no colchão. Sua mão grande e pesada pressionou seu estômago, mantendo-a no lugar.
— Não, por favor! — Mia gritou, se contorcendo e debatendo na cama.
— Você foi uma menina má, Mia — ele murmurou, sua voz rouca. — E meninas más precisam ser punidas.
Em seguida, ele enfiou três dedos grossos em sua umidade sem aviso, enquanto sua boca atacava suas dobras, mordendo e puxando com força entre os dentes.
— Não, não! Por favor, querido, não me provoque assim. Eu preciso que você me foda! Agora! Por favor!!! — Mia implorou desesperadamente, sua voz uma mistura de frustração e anseio enquanto suplicava para que ele a penetrasse.
— Tenha paciência, meu amor. — Alessandro provocou impiedosamente, sua voz baixa e provocante.
— Não, me solte! — Mia gemeu de frustração enquanto ele continuava seu ataque implacável. Mas Alessandro ignorou seu protesto. Seus dedos continuaram a se movimentar dentro dela, sua boca sugando e mordendo seu clitóris inchado e vermelho.
Não demorou muito para que Mia chegasse ao orgasmo novamente, esguichando em todo o rosto de Alessandro. Ela pensou que ele finalmente a deixaria ir, mas ele não havia terminado. Ele continuou atormentando sua vagina com sua boca, língua e dedos até que ela estivesse completamente exausta. Deitada frouxa na cama, estava completamente gasta, sem forças para mover um dedo depois de gozar inúmeras vezes.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Deixe-me ir, meu marido mafioso