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De Volta para o Amor Perdido? Que Bobagem! romance Capítulo 508

Assim que Leandro entrou no carro com Dudu, Maria Clara os alcançou.

— Presidente Ferreira, você se importa de dividirmos o carro?

Dudu gritou insatisfeito: — Eu me importo muito!!

O rosto de Maria Clara endureceu de constrangimento, mas isso não era algo que apenas Dudu pudesse decidir.

Ela teve paciência e disse com a voz doce: — Príncipe Eduardo, eu realmente espero que possamos nos dar bem.

A voz de Leandro soou: — Chega de escândalo. — Ele avisou a Dudu num tom impaciente e, em seguida, disse a Maria Clara: — Entre.

Um olhar de triunfo subiu aos olhos de Maria Clara.

As bochechas brancas como a neve de Dudu incharam de raiva, como as de um peixe-dourado.

Enquanto isso, no estacionamento, as crianças do jardim de infância formavam filas para embarcar no ônibus escolar.

— Edson, o que você está olhando? — a voz de Ju soou.

Edson Ferreira permaneceu parado, observando o Maybach preto se afastar.

Ele voltou a si, viu Ju estender a mão para ele e colocou a sua mão na palma da mão dela.

Os dois subiram juntos no ônibus escolar, e Ju perguntou-lhe: — Você não estava olhando para aquela tia estranha? Eu também a vi entrar no carro do seu primo Leandro. O Dudu também estava naquele carro.

Edson e Ju sentaram-se juntos, e ele mostrou a Ju as palavras que havia digitado no celular.

[Maria Clara está num encontro às cegas com meu primo. Ela quer ser a mãe do Dudu.]

Ju levou um momento para reagir e então lembrou que o primo de Edson era Leandro Ferreira.

— Não sei se o Dudu vai gostar dessa nova mamãe. Eu acho aquela tia muito estranha.

Na cabeça de Ju, Leandro já não tinha nada a ver com ela.

Leandro não olhou para Maria Clara. Sua expressão era fria e inatingível. Mesmo estando no mesmo banco que ele, Maria Clara ainda sentia que o homem estava longe e era difícil de se aproximar.

— Eu deixei você entrar no carro, o que significa que você é minha funcionária.

Maria Clara, em tom de vitória, ergueu os cantos dos lábios.

Leandro instruiu-a com a voz gélida: — A partir de amanhã, você trabalhará no Grupo Ferreira.

O coração de Maria Clara disparou, as partículas de agitação em seu sangue despertando junto.

— Presidente Ferreira, que cargo você planeja me dar? Eu já era diretora na QuânTech, mas acho que tenho capacidade para ser diretora-geral.

— Pfft! — Leandro não pôde evitar soltar uma risada fria. — Depois de causar aquele desastre na QuânTech, não ter acabado atrás das grades já é bom demais.

Quando o olhar dele recaiu sobre Maria Clara, ela só sentiu como se tivesse sido congelada. O frio subiu pela sola dos seus pés, espalhando-se por todo o corpo. O sangue que antes estava fervendo de agitação, agora estava totalmente paralisado.

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