“Dante Ferretti”
Amy me beija como se estivesse se afogando e eu fosse a única coisa que ainda a mantém viva.
Porra. Eu tentei. Tentei mesmo me segurar.
Mas quando ela me beija pela segunda vez, algo dentro de mim estala.
Minha mão desliza pela nuca dela, intensificando o beijo, e eu a puxo com mais força. O gemido baixo que escapa da garganta dela vai direto para o meu pau.
Ela se afasta um pouco, ofegante. Seus olhos estão escuros, os lábios inchados, e ela parece tão perdida quanto eu.
A visão dela assim, tão entregue, quase me faz perder o resto de controle que ainda tenho.
Agarro sua cintura e, num movimento só, a coloco no meu colo, montada em mim.
As coxas dela se abrem ao redor dos meus quadris e o short fino que está usando não esconde quase nada do calor que vem dela.
— Dante… — murmura contra a minha boca.
— Shh…
Mordo o lábio inferior dela, puxando de leve.
— Você começou isso, tentação. Agora aguenta.
Minhas mãos descem pelas costas dela até agarrar sua bunda com força, apertando e trazendo o corpo dela mais para perto.
Sinto Amy se esfregar involuntariamente contra mim, bem em cima do meu pau já duro pra caralho. O atrito arranca um gemido mais alto dela.
Sorrio contra o pescoço dela, deixando beijos molhados enquanto subo uma das mãos por baixo da blusa fina, sentindo a pele quente.
Os seios dela cabem perfeitamente na minha palma. Meu polegar roça o mamilo já duro e ela arqueia as costas, pressionando mais contra mim.
— Tão sensível… — murmuro no ouvido dela, com a voz rouca. — Já está molhada pra mim, não está?
Ela esconde o rosto no meu pescoço, envergonhada, mas o corpo entrega tudo. Os quadris se movem devagar, buscando fricção.
Aperto mais a bunda dela, guiando o movimento, controlando o ritmo.
— Responde, Amy.
— Dante… o contrato… — sua voz sai fraca, quase um gemido.
Paro por um segundo, só para olhar nos olhos dela. O peito dela sobe e desce rápido, os lábios inchados pelos meus beijos, o cabelo bagunçado.
Linda pra caralho.
— Diz que você quer parar — murmuro, passando o polegar no lábio dela. — Diz que quer que eu pare e eu paro agora.
Ela não diz nada. Em vez disso, puxa minha nuca e me beija com força, quase desesperada. É a resposta que eu precisava.
Sorrio contra a boca dela.
— Foda-se o contrato, Amy — continuo, baixo. — Isso nunca impediu você de me olhar como se quisesse ser comida em cima da bancada da cozinha.
Desço a mão pela lateral do corpo dela, apertando a cintura, descendo até a coxa.
— E nunca mais vai me impedir de te dar exatamente o que nós dois queremos.
Beijo o canto da boca dela e levanto com ela no colo sem esforço. As pernas dela se enroscam na minha cintura.

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