Valéria:
O carro chegou ao restaurante. Almoçamos os quatro juntos. Uma vez ou outra os provocava por debaixo da mesa, alisando seus paus com os pés. Ver a cara deles de desespero era o melhor. Jurava que até o fim do almoço eles gozariam nas calças.
Chamei um Uber sem que eles percebessem e, quando chegou, levantei com a maior cara de pau.
— Beijos, chefinhos, tenho que ir. Meu horário de almoço acabou, e tenho muito serviço atrasado.
— Ah, sua garota abusada, quando eu voltar de viagem, você nos paga!
Nem esperei pra ver o resultado de os ter desafiado.
Voltei do restaurante, foquei no trabalho. Já eram 8 da noite quando desliguei os computadores. Daniela já tinha ido embora. Fiquei sem saber se ia embora ou perguntava para os três chefinhos se precisavam de mim ainda. Com certeza a resposta seria sim, ainda mais depois de deixá-los de pau duro no restaurante.
Peguei minhas coisas para sair, mas a tentação falou mais alto, e lá fui eu me despedir do Lucca. Coitado, ia passar alguns dias em Seattle.
Bati na porta, pedindo autorização pra entrar.
— Entra.
Ele estava com o semblante cansado, mas, ao me olhar, vi desejo e luxúria. Me aproximei dele, sem tirar meus olhos dos seus, puxei meu vestido um pouco pra cima e sentei em seu colo de frente pra ele e com uma perna de cada lado. De um jeito safado, mordi os lábios para reprimir a vontade de gemer ao sentir o pau duro tocando minha boceta já molhada de tesão.
— Vim desejar boa viagem, chefinho... — Tomei sua boca e comecei a roçar minha boceta em seu pau protegido pela calça. No desespero, ele fez menção de abrir a calça, e eu disse que não. Não ia correr o risco de perder a virgindade ali.
Ele me beijou duro e forte, um beijo cheio de desespero. Quanto mais quente era o beijo, mais rápido eu rebolava em seu pau, até que gozamos juntos. Meu corpo todo tremia. Lucca estava de olhos fechados, firmando minha bunda com força.
— Gostosa, você ainda vai nos matar de tesão. Puta que pariu, imagina essa rebolada comigo dentro de você. — Me beijou carinhosamente, e nessa hora o coração tremeu. Desejar os três era uma coisa, mas me apaixonar seria perigoso. No fundo, não passava de mais uma na vida deles.
Não se engane, Valéria, já está apaixonada. E o melhor a fazer é deixar os três rendidos, nem que seja entre suas pernas.
— Boa viagem, meu SENHOR. Dei um último beijo, me levantei ajeitando o vestido e saí fechando a porta outra vez, deixando-o sem fala.
Resolvi fazer uma visita de cortesia a Dante também. Dessa vez não bati, já fui entrando e partindo pra cima dele. Fiquei na mesma posição de antes com Lucca, tomei sua boca e comecei a rebolar gostoso. Um orgasmo não era o suficiente, queria três. Dante estava desesperado, ele rugia de prazer.
— Pequena, não aguento, vou gozar mesmo nas calças?
— Goza, meu SENHOR, goza junto comigo.
Aumentamos a velocidade e gozamos em uma sincronia perfeita. Eu precisava disso. Naquele momento, esqueci totalmente de tudo. Beijei-o com carinho, distribuí beijos no seu pescoço e orelha, levantei-me e ajeitei mais uma vez a roupa, despedi-me e fui atrás do meu último homem.
Sim, decidi que queria os três, sem regras e sem contrato.
Entrei no escritório do Enrico. Ele estava alisando o seu pau de olhos fechados. Entrei devagar, parando em sua frente.
— Está pensando em quem?


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