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Como uma Fênix, Renasce das Cinzas romance Capítulo 562

Gil caminhou para frente com o rosto fechado, o olhar sombrio e ameaçador.

"A filha da minha Família Anjos não é alguém que vocês, um punhado de bombeiros, podem simplesmente levar embora!"

Mário tinha os olhos vermelhos, tão ansioso que as veias em sua testa estavam saltadas.

"Ela está à beira da morte! Precisamos socorrê-la agora!"

Gil ficou momentaneamente surpreso, mas logo soltou um resmungo frio.

"Não pense que essas desculpas vão me assustar! Mande ela continuar fingindo!"

"Hoje, ninguém vai sair daqui! Já chamamos a polícia, eles estão a caminho!"

No meio do impasse, Aurora se aproximou rapidamente da maca.

Bastou um olhar para o rosto lívido de Susana para que seu coração se apertasse com força.

Ela estendeu a mão e verificou a respiração de Susana, tão fraca que era quase imperceptível.

"Mário!"

A voz de Aurora trazia um tom de pavor.

"Rápido! Acho que a Susana está parando de respirar!"

Mário não hesitou mais.

Com voz grave, disse: "Me perdoem."

Antes mesmo de terminar a frase, lançou-se para a frente como uma flecha disparada.

Ouviram-se alguns grunhidos abafados.

Aqueles seguranças altos e fortes pareciam feitos de papel diante dele.

Num instante, estavam todos derrubados no chão, gemendo de dor.

Eram adversários de nível totalmente diferente.

Mário abriu caminho em segundos e ordenou aos colegas atrás: "Vamos!"

Dois bombeiros ergueram a maca e saíram às pressas.

"Parem eles! Não deixem eles saírem!" Silvana gritou, furiosa.

Mas os seguranças restantes, vendo seus companheiros caídos e gemendo no chão, não tiveram coragem de avançar.

"Corpo de Bombeiros Matriz!" Noemi respondeu com firmeza.

Assim que ela terminou, os dois policiais que faziam o registro pararam de escrever ao mesmo tempo, trocaram olhares, ambos com uma expressão sutilmente diferente.

Aurora também relatou os acontecimentos.

Por fim, acrescentou: "Tudo aconteceu porque me preocupei com a segurança da minha amiga e pedi ajuda. Não tem relação com os bombeiros do Corpo de Bombeiros Matriz; assumo toda a responsabilidade."

Os policiais entenderam a situação.

"Então, por favor, venha conosco."

Nesse momento, Gil e Silvana também perceberam que levar o caso até a delegacia não seria bom para ninguém.

Gil apressou-se a dizer: "Senhores policiais, foi tudo um mal-entendido, apenas um mal-entendido! É uma questão de família, minha filha agiu por imaturidade, desculpem o transtorno."

No entanto, Aurora olhou para o policial, com um olhar firme.

"Não é um engano, senhor policial."

"Já que o senhor e a senhora chamaram a polícia, como parte envolvida, devo cooperar com todo o processo."

Ao terminar, ela seguiu com os policiais para fora e entrou na viatura.

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