O drone, depois de tirar as fotos, partiu rapidamente, deixando-os apenas com o coração cheio de decepção.
Ramiro, ao ver a expressão abatida de Jessica, apressou-se em consolá-la: "Senhora, não desanime, aquele drone com certeza estava sendo controlado por alguém. Se alguém sabe que estamos aqui, é possível que mande alguém para nos resgatar."
Jessica assentiu: "Agora não me preocupo apenas conosco, mas também com o David. Ele está gravemente ferido e foi envenenado por alguma substância desconhecida. Se não conseguirmos sair daqui logo, sua vida estará em perigo."
Ramiro suspirou profundamente e disse, resignado: "Ah, tomara que alguém venha nos salvar."
Os três continuaram esperando, até que finalmente algo voltou a acontecer no céu.
"Vruuum, vruuum", o som familiar ecoou novamente, desta vez ainda mais alto e intenso.
Hugo se animou imediatamente: "Olhem! Quantos aviões!"
Jessica levantou a cabeça de repente e, de fato, várias aeronaves se aproximavam rapidamente em sua direção.
Os aviões voavam em círculos acima deles, e o som das hélices era tão poderoso que o chão tremia levemente.
A luz do sol refletia na fuselagem das aeronaves, irradiando um brilho ofuscante.
"Será que vieram nos resgatar?" murmurou Jessica.
Ramiro cerrou o punho, dizendo com entusiasmo: "Sim, com certeza vieram nos buscar! Estamos salvos!"
Depois de um tempo, um dos helicópteros desceu lentamente, pairando sobre suas cabeças enquanto o piloto procurava habilidosamente um lugar adequado para pousar.
Ramiro, tomado pela emoção, gritou: "Recuem, vamos recuar!"
Os três se afastaram rapidamente até uma distância segura, os olhos fixos no helicóptero que descia devagar.
O vento forte das hélices levantou poeira e areia ao redor, espalhando tudo pelo ar.
Após alguns instantes, o helicóptero pousou firmemente.
Logo em seguida, uma longa escada foi estendida da cabine, tocando o chão junto com o pouso do helicóptero.
Finalmente, todos se reuniram.
Jessica abraçou-os com força, não conseguindo evitar a pergunta: "Como vocês vieram parar aqui?"
Daniel, com olhar astuto, respondeu sorrindo: "Bem, foi o Bisavô quem falou. Viemos sob ordens dele."
Por dentro, Daniel pensava que, dessa vez, deixaria o Bisavô levar a culpa. Caso contrário, a mamãe pensaria que eles eram espertos demais.
Os outros meninos também assentiram rapidamente.
Jessica, observando o jeito travesso de Daniel, resolveu acreditar por ora.
Independentemente de como souberam, a chegada dos pequenos realmente renovou as esperanças deles.
Nesse momento, Tristan ergueu a cabeça, preocupado, e perguntou: "E o papai?"

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