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Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai! romance Capítulo 802

Hugo franziu a testa e disse: “Depois que saí, fui controlado por alguém. Alguém me levou para um lugar, mas não sei onde era. Quando consegui sair, já soube que a Jessica tinha entrado na área proibida. Fiquei muito preocupado, então vim. Será que foi coisa do Hugo?”

Ramiro também franziu o cenho, pensou por um instante e respondeu: “Acho que não. Foi o Hugo que nos salvou na área proibida, e ele também desceu. Se fosse ele, não teria se colocado em risco para caçar o tesouro.”

Hugo ficou pensativo. “E se fosse o Levi?”

Ao ouvir isso, Ramiro balançou a cabeça rapidamente: “Isso é ainda mais impossível. Você acha que ele armaria tudo isso só para nos fazer entrar e procurar o tesouro, sem se importar nem com a vida do próprio filho?”

Hugo disse: “Pode ser que ele não esperava que o filho dele fosse descer também.”

Os dois pararam de falar de repente, mergulhando em silêncio e reflexão.

Hugo continuou: “De qualquer forma, eles devem estar correndo perigo agora. Eu vou procurá-los.”

“Espere.”

Ramiro o deteve, e logo seu rosto ficou tenso: “Isso não é bom, acabei de lembrar de uma coisa.”

Hugo perguntou: “O quê?”

Ramiro disse: “Antes de sair, o Diretor Martins me pediu para ficar de olho em uma pessoa. Ele pode ser problemático.”

Dizendo isso, saiu apressado em direção à casinha de pedra. Enquanto corria, olhou para trás e gritou para Hugo: “Venha comigo!”

Hugo correu atrás dele imediatamente.

Quando chegaram em frente à casinha, perceberam que a porta estava trancada com firmeza.

Os dois trocaram um olhar, ambos com uma expressão de alerta. Sentiram, ao mesmo tempo, que havia algo muito errado.

Num instante, o olhar de Ramiro ficou determinado. Ele levantou a perna e, com toda a força, deu um chute na porta de madeira.

Ele se virou para o velho: “É isso mesmo?”

O velho permaneceu calado.

Ramiro apertou ainda mais a faca, a lâmina quase encostando na pele do velho, e falou de forma ameaçadora: “Fale logo, ou eu te mato!”

O velho ficou tão apavorado que quase desabou, mas ainda insistia em ficar calado, os lábios cerrados.

Vendo aquilo, Ramiro, furioso, cravou a faca diretamente no pescoço do velho.

“Ah!” O velho soltou um grito de dor, começou a suar copiosamente, o rosto tomado por uma expressão de sofrimento, e rapidamente implorou: “Eu falo, eu falo...”

Ramiro e Hugo trocaram um olhar e voltaram-se para o velho ao mesmo tempo.

Tremendo, o velho balbuciou: “Isso aqui, de fato, é um dispositivo para controlar os mecanismos do subterrâneo...”

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