De volta ao quarto, os quatro pequenos não conseguiam dormir.
Tristan sentou-se de pernas cruzadas na cama e suspirou suavemente: "Será que está tudo bem com o papai?"
Júlio ergueu a cabeça ao ouvir: "É só a gente ligar para ele."
"Deixa comigo." Daniel, solícito, pegou seu celular e discou o número salvo como "Homem Chato".
O telefone chamou por um longo tempo e, no final, caiu na caixa postal.
Ele tentou mais duas vezes, com o mesmo resultado.
Daniel franziu o nariz, desapontado. "Ninguém atende."
Geraldo, de braços cruzados, balançou a cabeça: "Deixa pra lá. O papai deve estar ocupado. Vamos esperar mais um pouco."
Embora dissesse isso, ele mesmo não conseguia ficar quieto. Levantou-se e começou a andar de um lado para o outro no quarto.
Enquanto isso, em um estaleiro abandonado.
David estava recostado em uma cadeira de ferro, seus dedos batucando ritmicamente no apoio de braço.
Diante dele, seis homens estavam ajoelhados, de idades variadas, mas todos de bela aparência. Estavam amarrados firmemente, com panos enfiados na boca, e seus olhos transbordavam de pânico.
David virou a cabeça e perguntou a Víctor: "Ela ainda não quer aparecer?"
Víctor olhou para o celular. Havia enviado muitas mensagens para Zoé, mas não obteve nenhuma resposta. Ele deu de ombros, impotente: "Pois é. Parece que vamos ter que usar outros métodos."
"Tudo bem."
David se levantou e caminhou lentamente até o primeiro homem, arrancando o pano de sua boca: "Diga a Zoé que, a cada minuto que ela demorar, eu mato um de vocês."
O homem tremia de medo: "Eu... eu sou apenas um modelo. Zoé não me procura há muito tempo. Para ela, eu sou dispensável..."
David suspirou, sacou uma pistola e a encostou na testa do homem, dizendo com certo pesar: "Nesse caso, adeus."
"Pare!"
Um grito agudo veio do alto do armazém.

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