O que diabos ele tinha acabado de dizer?
Será que não havia mais salvação para ele?
A enfermeira continuou: "Mais alguma coisa? Se não, preciso levá-la para o necrotério."
Nilton estava prestes a falar quando Celeste, que se arrastara até ali, se jogou sobre a maca, suas mãos trêmulas agarrando o lençol branco: "Solange, Solange, não vá..."
"Sua irmã nem conseguiu se despedir de você..."
Todo o corredor ecoava com o choro dilacerante de Celeste.
Nilton sentiu que seu coração ia se partir de tanta dor.
Ele se virou e encontrou o olhar dos quatro meninos. Os quatro pequenos também suspiraram, desamparados.
Eles também estavam muito tristes, e ninguém queria acreditar que a Sra. Solange, que estava viva momentos antes, simplesmente se fora...
...
Enquanto isso.
Os homens de David reviraram todo o hospital, mas não encontraram ninguém.
Em seguida, ele isolou toda a cidade, realizando uma busca minuciosa, mas ainda assim não encontrou Jessica.
Dentro do carro, a luz azul da tela de monitoramento refletia a mandíbula tensa de David. Ele observava todas as imagens das câmeras de segurança próximas, sem querer perder um único detalhe.
Mas as câmeras ao redor estavam ou quebradas ou não haviam gravado nada, nenhuma informação útil.
Sua paciência estava se esgotando.
A agonia de não encontrar Jessica o deixava cada vez mais ansioso e irritado, seu rosto estava tão sombrio que parecia que a tinta poderia escorrer dele.
Quando a trigésima equipe de busca relatou "nenhum alvo encontrado", ele bateu o tablet com força, e a película de vidro temperado se estilhaçou.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai!