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Enquanto isso, Hugo encontrou a prisão onde Levi estava detido.
Pelo que se sabia, com as conexões e influência de Levi, ele jamais deveria ter ido parar atrás das grades; chegar a esse ponto só poderia ser resultado de alguém agindo deliberadamente para derrubá-lo.
Na época, David havia planejado tudo meticulosamente, unindo forças com vários grupos para atacar o império criminoso por trás de Levi.
A bolsa de valores entrou em colapso, a polícia fez batidas inesperadas, parceiros de negócios romperam relações — diante de tantos golpes, Levi ficou completamente perdido.
Além disso, ele estava totalmente obcecado em encontrar Florinda Gomes e não percebeu o perigo que se aproximava. No fim, sua empresa faliu, seu poder se desfez e ele foi parar na prisão.
Naquele tempo, Hugo ainda mantinha algum sentimento de "pai e filho" e, secretamente, providenciou para que Levi tivesse uma cela individual, com alimentação e cuidados de primeira.
Embora estivesse preso, Levi não recebia o mesmo tratamento dos outros detentos.
Mas naquele momento, no exato instante em que Hugo empurrou a porta de ferro, seu olhar se tornou completamente frio.
Apesar de Levi ainda estar numa cela individual, agora sua comida era simples e sem sabor, bem diferente dos dias de fartura.
Levi estava visivelmente mais magro, o uniforme de presidiário pendia solto em seu corpo esquelético.
O cabelo, antes brilhante e bem penteado, estava agora grisalho e desgrenhado; o rosto mostrava sinais profundos de cansaço e desgaste. Se não fosse pelo olhar afiado, Hugo quase não o teria reconhecido.
A voz rouca de Levi soou, sem mais arrogância: "Como está sua mãe? Vocês estão bem?"
Hugo enfiou as mãos nos bolsos, encostou-se ao batente da porta e esboçou um sorriso sarcástico: "E agora? Quer bancar o pai carinhoso?"
Levi ficou atônito por um instante, os lábios rachados se moveram, mas nenhum som saiu.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai!