O rapaz loiro arqueou a sobrancelha: "Sim, está certo."
Natan, rangendo os dentes, disse: "Eu falei, Honey... me solta..." Mas antes que terminasse a frase, foi interrompido sem piedade pelo rapaz loiro: "Psiu, esse apelido só ela pode usar."
Enquanto dizia isso, apontou para Iris.
Natan: "......"
Chegara ao limite de sua paciência.
Ele fechou o punho de tanta raiva e avançou de repente: "Eu vou te matar!"
Natan arregaçou as mangas, pronto para dar uma surra naquele loirinho, quando de repente o celular tocou.
Ao ver que era o pessoal da equipe de vigilância, ele atendeu imediatamente, ouviu o relatório do outro lado e sua expressão mudou na hora: "Tem certeza?... Certo, estamos indo agora."
Depois de desligar, o rosto de Natan já tinha mudado completamente: a raiva anterior dera lugar à animação: "Temos novidades."
Assim que ouviram isso, Iris e Gisela se aproximaram: "O que aconteceu?"
Natan respondeu: "Alguém foi ao cemitério, vamos agora!"
Dito isso, os três correram apressados para o cemitério André.
Os três saíram correndo como uma ventania, deixando o rapaz loiro ainda sem entender nada.
O rapaz loiro olhou as costas dos três, franziu o cenho e, em seguida, deu passos largos para alcançá-los.
De longe, o grupo viu uma figura esguia parada diante de uma lápide.
Aquela lápide era justamente do marido de Zoé, André.
Natan fez um gesto, e os três se dispersaram, aproximando-se devagar com a cobertura dos arbustos e das lápides.
Quando estavam a vinte metros de distância, Natan de repente mandou parar, e eles se esconderam atrás de uma grande árvore.
Gisela perguntou baixinho: "O que foi?"
Natan franziu a testa: "É a Zoé."

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