Iris retrucou: "Quando foi que eu provoquei ele?"
Natan semicerrava os olhos: "No bar, não foi você que olhou pra ele primeiro?"
Iris ficou sem palavras: "Eu... eu só olhei de relance, ele não é bonito? Quem ia imaginar que ele tinha algum parafuso solto e ia se apaixonar por mim, grudando feito chiclete?"
Natan zombou: "Homens bonitos não faltam por aí, você nunca viu um antes? Precisava elogiar logo ele?"
Iris não resistiu e olhou mais uma vez para o loiro bonito, que estava agachado na calçada brincando com um gato de rua.
Quando percebeu o olhar de Iris, ele retribuiu com um sorriso radiante; seus olhos azuis, sob o sol, pareciam dois pedaços de mar, cristalinos e profundos.
"Ele é realmente bonito," Iris desviou o olhar apressada, voltando-se para Natan com um ar provocador. "Você é tão bonito assim?"
Natan quase pulou de raiva: "Você tá maluca! Nem sabe quem ele é direito e já tá andando junto. Se for um pilantra e te vender, não venha pedir minha ajuda."
Iris era medrosa; ao ouvir isso, estremeceu e olhou para o loiro com mais desconfiança.
Mas logo pensou: será que um loiro tão bonito desses poderia mesmo ser mau?
Eles dormiram juntos na mesma cama uma noite inteira, e nada aconteceu. Isso provava que ele não era tão ruim assim; aquela noite tinha sido só por conta da bebedeira mesmo.
Sim, o loiro bonito certamente não era mau.
Se alguém ali era mau, esse alguém era o Natan, que vivia assustando ela.
Natan percebeu que o olhar de Iris, antes assustado, agora era de pura implicância, e ficou indignado.
Ele lançou um olhar severo para Iris: "Sério, vou contar pro primo que você não se comporta como uma dama."
Iris rebateu: "Onde é que eu não me comporto? Eu nem sou casada."

VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai!