Na escuridão, um homem vestido inteiramente de preto aproximou-se deles e entregou uma caixa a Patrick: "Aqui está a seringa. Basta encontrar a oportunidade certa e injetar nessa pessoa."
Assim que terminou de falar, o homem aproveitou a noite para desaparecer, como se nunca tivesse existido.
Clarice não conseguiu conter a ansiedade e se aproximou: "Abre logo, quero ver."
Patrick pressionou o mecanismo da caixa e a tampa saltou com um estalo.
Sob a luz da lua, uma seringa contendo um líquido azul-claro repousava silenciosamente sobre o forro de veludo preto, enquanto o líquido emitia um brilho estranho dentro do tubo de vidro.
"Esse é o Plano X?" Clarice, movida pela curiosidade, tentou estender a mão, mas Patrick a deteve bruscamente.
"Não toque!" Patrick exclamou com severidade. "Quer perder mais um dedo agora?"
Clarice imediatamente recuou, o rosto ficando pálido.
Eles sabiam melhor do que ninguém o quão aterrorizante era esse protótipo do Plano X.
Plano X era um novo agente de mutação genética, uma arma biológica capaz de reescrever a sequência genética humana, secretamente desenvolvido pela equipe de Luciano.
Patrick fechou a caixa com cuidado, sua voz baixa: "Depois de injetar, o primeiro estágio destrói o sistema imunológico. Em três dias, começa a queda de cabelo, alterações na pele, perda de memória, dormência nos membros e até paralisia..."
Um brilho cruel passou por seus olhos. "Em duas semanas, os órgãos entram em falência progressiva. No fim, a vítima morre em dor extrema, e nem morfina é capaz de aliviar o sofrimento."
"No final, todos os órgãos dela vão falhar, o corpo inteiro entra em colapso..."
Clarice lambeu os lábios. "Jessica vai morrer de uma forma horrível... horrível mesmo..."
Ela olhou para seus próprios dedos mutilados, o ódio transbordando. "Ela nos deve isso. Perdemos nossos dedos, vamos cobrar dela."



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Os comentários dos leitores sobre o romance: Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai!