Luciano ficou de lado, observando friamente aquela cena e zombou: "Srta. Gomes, você está com pena de uma escrava?"
Jessica levantou a cabeça, olhando para Luciano com indignação: "Luciano, isso é crueldade demais, só porque ela sujou seu sapato de couro, você acha certo puni-la assim?"
Luciano soltou um riso frio: "Parece que você esqueceu as regras daqui. Quando uma escrava comete um erro, deve ser punida. Aconselho que não se meta onde não é chamada."
Jessica pensou que iria embora no dia seguinte e realmente não queria discutir com Luciano, muito menos se preocupar com seus assuntos.
Luciano olhou para Mayara, caída no chão, e zombou: "Imbecil, desta vez vou te poupar, mas da próxima vez que me vir, é melhor me evitar."
Mesmo ferida, Mayara continuava ajoelhada: "Sim, senhor Luciano."
Luciano soltou outro riso frio, como se já tivesse perdido o interesse, virou-se e saiu com seus acompanhantes, sem sequer lançar um último olhar.
Assim que Luciano se afastou, Mayara, sentindo dor, apertou a palma da mão antes de enxugar o suor da testa.
Jessica se aproximou para apoiá-la: "Mayara, você sabe onde encontrar um médico? Posso te levar até lá."
Mayara balançou a cabeça: "Não precisa, é só um ferimento leve, já estou acostumada."
Acostumada? Como alguém poderia se acostumar com feridas tão graves? Só se ela estivesse passando por isso com Luciano há muito tempo.
Jessica percebeu que o problema com Luciano não era um acaso, e que talvez todos os ferimentos de Mayara tivessem relação com ele.
Vendo que Mayara mal conseguia andar, Jessica disse: "Onde você mora? Eu te levo até lá."
Dizendo isso, Jessica a ajudou a se levantar.
Mayara tentou caminhar sozinha, mas depois de algumas tentativas frustradas, teve que aceitar e apoiou-se delicadamente na mão de Jessica: "Obrigada."



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