Só se via as duas patas traseiras dele se esforçando para trás, numa postura que parecia prestes a avançar para morder alguém!
Os quatro garotinhos se assustaram.
Geraldo exclamou: "Que ruim, ele vai nos morder!"
Daniel disse: "Esse cachorro malvado ainda quer nos morder? Alguém, pegue ele! Vou arrancar as pernas dele, secá-las ao vento e fazer carne-seca!"
No entanto, assim que as palavras saíram, os guardas atrás deles pareciam meros enfeites; nenhum ousou se mexer.
Daniel ficou tão irritado que começou a bater o pé: "Por que vocês não vão?"
Todos os guardas deram um passo atrás. "Menino, é melhor corrermos... Esse é o Grão-Duque, não podemos mexer com ele."
Daniel explodiu de raiva, apontando para os guardas: "Bando de covardes!"
Os guardas abaixaram a cabeça, em silêncio, sem ousar responder.
Isso só aumentou ainda mais a ousadia do Grão-Duque.
"Au au au au!" Grão-Duque latiu ainda mais animado, levantando altivamente o focinho, como se estivesse desafiando Daniel.
Daniel rangeu os dentes: "Bando de covardes, têm medo até de um cachorro! Se vocês não vão, eu vou!"
Dito isso, Daniel arregaçou as mangas e se preparou para avançar.
Os guardas ficaram apavorados: "Não, menininho, Grão-Duque não é um cachorro qualquer! Ele é o cão querido do Sr. Castelo!"
Daniel respondeu: "Eu não quero saber de quem ele é! Se ele ousar me morder, eu vou bater nele!"
Nesse instante, Grão-Duque tomou a dianteira, avançando de repente e mordendo a roupa de Daniel.
Daniel tentou se soltar desesperadamente, mas Grão-Duque era surpreendentemente forte, e acabou rasgando a roupa de Daniel.



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