Talvez fosse por causa da gravidez que, toda vez que David a tocava, Jessica instintivamente erguia uma barreira de defesa.
David, percebendo que ela permanecia em silêncio por um bom tempo, não pôde deixar de perguntar: "Em que você está pensando?"
Jessica virou-se, ficando de costas para ele. "Nada. Só estou me sentindo sufocada, agora entendo por que minha mãe foi embora."
Ela olhou ao redor; apesar da casa ser enorme e a vida ali extremamente luxuosa, não sentia nenhum calor humano. Além disso, o fato de não poder sair dali era simplesmente absurdo!
"Isso não é diferente de prisão domiciliar..."
Assim que terminou de falar, uma voz grave soou acima dela: "Senhorita, por favor, cuide das palavras."
Jessica ficou paralisada por um instante e, de repente, levantou a cabeça olhando ao redor: "Quem? Quem está falando?"
Ela examinou todo o ambiente, mas não encontrou ninguém.
David também franziu as sobrancelhas, seu olhar varrendo cada canto do cômodo, sem notar nada fora do comum.
De repente, ele pareceu se lembrar de algo e sussurrou para Jessica: "Estamos sendo monitorados. Quem falou agora foi Rawlsson, provavelmente nos alertando para termos cuidado com o que dizemos."
"Monitorados?"
Jessica ficou surpresa e, em seguida, riu friamente: "Já não basta serem câmeras, ainda tem escuta?"
Essa família realmente era doente!
Então, tudo o que ela acabara de dizer a David, Rawlsson também ouvira?
Ela olhou para David e percebeu que ele também franzia a testa, resignado.
Depois de um tempo, ouviram uma batida na porta.
David caminhou até lá e, ao abrir, encontrou o mordomo Rawlsson.
Rawlsson falou respeitosamente: "Sr. Martins, o Sr. Castelo pediu que o senhor o acompanhasse."
Ao ouvir isso, Jessica também se aproximou e olhou para David: "Eu vou com você."
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Os comentários dos leitores sobre o romance: Caso de Uma Noite: Quatro Bebês Expõem o Chefão como Pai!