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Casei com Guarda Frio, Sou Mimada com Todo Seu Amor romance Capítulo 599

Mas ele se atrevia a dizer que a beleza e a aura daquela garota diante dele esmagavam todas que já tinha visto.

Seus traços eram tão perfeitamente desenhados que não se achava um defeito sequer, sua pele era tão linda que nem parecia de verdade, e ali parada mesmo com aquelas roupas simplórias, ninguém desviava o olhar dela.

— Vamos. — Matheus disse para Helena, encostando em sua cintura e caminhando até onde estacionaram.

Matheus deu a volta para ela subir pela porta de carona e só depois da mesma se sentar ele abriu sua porta e tomou o controle da direção.

Na porta do lugar, os mesmos homens ainda estavam lá estáticos.

Depois de um tempo, Maurício conseguiu recompor-se.

— Puta que pariu. — Ele lavou o rosto com as mãos. — A mulher do Matheus é tudo isso mesmo?

— A mulher é modelo. — Ademir cochichou. — Não, até melhor que a modelo...

Maurício apenas deixou seu suspiro solto, tentando ao máximo segurar aquele olhar de inveja: — Como ele pode ser tão bonito também? Olha aquele cara, na pobreza e encontrou essa mulher tão bonita.

— E não é só pelas aparências. — O outro mexeu sua cabeça negativamente, de maneira pensativa. — Você vê por ele, mesmo novo, o garoto é esperto. Hoje em dia você acha uns caras espertos assim?

— Esse tipo de homem, tem o futuro brilhante e fará o negócio dele ser a maior coisa. — Ele olhou para direção de onde o Matheus saiu. — A garota sendo bonita como é, com quem acha que ela não faria sucesso? Se contentando com o Matheus. Você acha que é por quê? Porque a garota percebeu que Matheus não é de se subestimar.

O Sr. Ademir, que estava ali ao lado, mal sabia dizer se era por causa do álcool ou pelo próprio choque da situação, e soltou um longo suspiro: — Olha só como a vida pode nos surpreender.

— O garoto com os vinte e poucos anos apenas abrindo a empresa assim, rápido desse jeito. A mulher dele deusa do jeito que é, e ainda vem buscar ele.

— ...

Matheus apoiou a cabeça no banco do passageiro, completamente deslumbrado ao ver a sua esposa dirigir com tanta habilidade ao seu lado.

Ela esteve ocupada o dia inteiro em casa provavelmente, tendo saído com a amiga mais cedo e ainda sim deu as voltas para ir buscar ele.

Matheus repousou, olhando Helena rodando o volante tranquilamente para encostar na garagem, parando e desligando o carro em seguida.

— Chegamos. — Ela soltou o cinto e olhou para ele. — Ainda está sentindo a cabeça rodar?

— Não mais. — Matheus abriu a porta para descer, deu a volta em direção à outra porta e segurou firmemente sua mão.

Os dois pegaram o elevador para o primeiro andar.

Empurraram aquele pequeno portão e o frescor das plantas do verão atingiu seus rostos. O odor que o sol deixava nos lixos da rua já não sentia mais e tudo se transformava nos odores das rosas e alecrim dali àquela hora com as brisas noturnas.

Diferente das salas daquele bar abafado e com cheiro de álcool, eles pareciam entrar num outro mundo.

Um mundo seguro, limpo, calmo, que pertencia apenas a eles.

Ao abrirem a porta da casa, Helena trocou pelos seus sapatos da casa, aproveitando a ocasião e já deixando a bolsa estendida pelo canto e olhou para trás para lhe apressar: — Você senta no sofá, vou fazer aquele copo com água e mel.

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