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Casamento Acidental, A Escolha Certa romance Capítulo 334

Esse sujeito andava ocupado novamente e raramente vinha ao CieloAzul.

Talvez, de fato, os dois fossem pessoas destinadas, mas sem sorte para ficarem juntos.

Evandro achava que a irmã estava prestes a perder Norberto.

Era o único cunhado que ele realmente aprovava, mas agora parecia que iria embora.

“Chefe, sin... senhora chefe.”

Evandro, por hábito, quase chamou Leona, mas ao recordar o desagrado do chefe, rapidamente se corrigiu.

Leona lhe disse: “Evandro, não me chame de senhora chefe, não estou acostumada, fico toda desconfortável.”

Evandro olhou para Nanto, e Nanto o encarou.

Por que estava olhando para ele?

Aquilo não era uma insinuação para Leona, era só que ele não gostava que Evandro a chamasse assim?

Evandro desviou o olhar, pigarreou levemente e disse sorrindo: “Sempre chamamos Nanto assim, então acabamos te chamando desse jeito também. Você é mesmo nossa senhora chefe.”

“Se não gosta que chamemos assim, continuarei te chamando de Leona.”

Ele também não estava acostumado.

Chamava Leona assim havia mais de vinte anos.

O chefe queria que mudasse de uma hora para outra, era difícil.

O que Nanto poderia dizer?

No entanto, sabendo que Evandro realmente não tinha sentimentos românticos por Leona, Nanto já não sentia mais aquele ciúme inicial.

Mas Evandro que não pensasse que poderia bancar o cunhado mais velho na frente dele.

Ele tinha um cunhado legítimo, afinal.

“Irmão.”

Nanto chamou.

Evandro, todo contente, estava prestes a responder, mas lembrou que Henrique Toledo também estava presente. O chefe, com certeza, não estava se referindo a ele.

Não importava, afinal, no coração de Leona, ele também era um irmão.

“Mãe, eu também vim.”

Leona disse: “Mãe, não é porque agora tem um genro que não vê mais a filha. Se não fosse eu, como teria conseguido um genro como o Nanto?”

Fernanda deu uma risada: “Os olhos da mamãe não estão cegos, como não te veria? Já está bem crescida e ainda com ciúmes.”

Genro era o filho de outra família, mas, tendo se tornado seu genro, era natural tratá-lo melhor do que a própria filha, assim retribuía à família por lhe confiar um filho tão excelente.

Fernanda, que odiou o ex-marido por mais de vinte anos, só nesse aspecto passou do ressentimento à aceitação e satisfação.

A intenção de Rodrigo não era beneficiar Leona, mas, no fim, ela acabou sendo beneficiada.

Aquele ex-marido que só via interesses, pelo menos teve bom olho para escolher o genro.

Por conta de ter arranjado um bom genro, Fernanda decidiu que na próxima vez que visse o ex-marido, não o xingaria.

“Nanto, sei que você anda ocupado, não precisa vir me ver todos os dias. Estou muito bem agora, os médicos disseram que, entre todos que passaram por essa cirurgia, fui a que se recuperou melhor, sem complicações.”

Talvez fosse pela filha tão dedicada, e também por ter um genro excelente e igualmente atencioso.

Ah, o filho também não era ruim.

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