Não havia mais estranhos presentes.
Leona olhou para seu belo marido.
“Por que está me olhando assim? Vamos, eu vou acompanhá-lo ao hospital, depois de ver minha mãe, volto para a fazenda.”
Afinal, ele era o dono, não precisava bater ponto, tanto fazia voltar mais cedo ou mais tarde.
“Nanto, como você pode ser tão bom assim?”
Leona o abraçou espontaneamente, encostando-se nele.
“Preciso cuidar da minha mãe, depois procurar meu pai e então assumir a C.Y. Toys Co., Ltd. Mal posso esperar para demitir a Sra. Azevedo.”
Nanto, com um carinho indulgente, deu um leve toque na testa dela e sorriu: “Já sabia que a primeira coisa que você faria ao assumir a empresa seria dispensar Roberta.”
A Sra. Azevedo era parente próxima de Roberta Azevedo.
Se não fosse ela, quem mais mereceria ser demitida?
Além do mais, aquela Sra. Azevedo não tinha realmente competência; pelos comentários dos funcionários, era evidente que só pensava em tirar proveito financeiro e não se dedicava de fato à empresa, sendo um verdadeiro parasita.
Aproveitava-se apenas do fato de Roberta ser esposa da família Toledo.
O Grupo Toledo era uma empresa enorme, a família Toledo possuía um patrimônio de bilhões, e era claro que a família Azevedo sempre invejou isso, tentando de todas as formas tirar dinheiro deles.
Embora Rodrigo Toledo tivesse alguma cautela com os familiares de Roberta, permitindo-lhes apenas cargos em filiais ou pequenas empresas, onde, por mais que causassem problemas, não afetariam a base do Grupo Toledo, ainda assim a quantidade de membros da família Azevedo era grande, e todos agiam como parasitas, gerando consideráveis prejuízos.
Já que Leona estava decidida a enfrentar sua madrasta até o fim, os prejuízos do Grupo Toledo acabavam sendo prejuízos seus também.
Ela não permitiria que os parasitas da família Azevedo continuassem se aproveitando.
“Você é minha esposa, se eu não for bom para você, vou ser bom para quem?”
Nanto não resistiu e deu mais um beijo no rosto de Leona.
Estava cada vez mais gostando de ficar grudado nela.
“Querida, quando eu não estiver ao seu lado, você sentirá minha falta?”
Considerando o comportamento indiferente da esposa na noite anterior, Sr. Barreto resolveu não dar margem para dúvidas e perguntou diretamente.
O casal trocou mais algumas palavras carinhosas e saiu junto, indo ao hospital.
Evandro e Norberto também estavam no hospital, visitando Fernanda Martins.
Norberto só foi porque Evandro o arrastou consigo.
Depois de irritar a irmã na noite anterior, ele não dormiu em casa e foi hospedar-se no Grande Hotel de CieloAzul, ficando logo no quarto ao lado do de Norberto.
Bem cedo, Norberto foi acordado por batidas na porta; ao abri-la e ver Evandro, seu rosto imediatamente fechou, desejando poder socar o outro.
E de fato, tentou fazê-lo.
Evandro gritou alto, dizendo que iria levá-lo ao hospital para visitar a sogra do chefe, e só assim Norberto desistiu da briga.
Sabendo que o chefe certamente passaria pelo hospital, Evandro esperou por ele ali, para depois seguirem juntos de volta à fazenda.
Norberto provavelmente também acompanharia.
Uma pena que Norberto, de jeito nenhum, aceitava ir ao café da irmã para tomar um café ou comer alguma coisa.

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