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Casamento Acidental, A Escolha Certa romance Capítulo 287

Ao entrar no quarto, Nanto soltou Leona e disse em um tom gentil: “Vá tomar um banho e trocar de roupa primeiro.”

Ele então se virou para fechar a porta do quarto.

Assim que a porta se fechou, um par de mãos envolveu sua cintura.

Logo em seguida, ele sentiu o corpo dela se encostar totalmente em suas costas.

O calor de sua respiração, misturado ao cheiro de álcool, soprou em sua nuca.

Ele ouviu a voz doce e suave de sua esposa: “Nanto... Você é tão bonito... Eu gosto tanto de você.”

Nanto olhou para as mãos que estavam presas à sua cintura.

Tentou afastá-las, mas ela o abraçou ainda mais forte.

“Ma... marido...”

Leona falou de maneira hesitante.

Parte disso era efeito do álcool, parte era nervosismo.

A mistura dos dois a deixou com dificuldade para se expressar.

Ela estava embriagada, mas não a ponto de perder a consciência; ainda sabia o que fazia.

Em sua mente, duas vozes discutiam.

Uma dizia que ele era seu marido, que era natural se aproximar dele.

A outra dizia que o ideal seria deixar as coisas acontecerem naturalmente entre marido e mulher, sem forçar nada sob efeito do álcool.

Nanto não reagiu.

O que ela fazia era iniciativa dela.

Aliás, em todas as vezes que tinham momentos íntimos, era sempre ela quem tomava a iniciativa.

Nanto ainda comentava que, além de ser ela a tomar a iniciativa, tudo acontecia tão rápido que, quando ele percebia, ela já tinha terminado.

Então, naquela noite, ela decidiu agir devagar, para que ele pudesse aproveitar plenamente.

Ela pensou que, em assuntos de casal, entendia mais do que ele.

Ela queria conduzi-lo.

Pensando assim, as mãos de Leona começaram a se mover de maneira atrevida pelo peito de Nanto.

Nanto rapidamente segurou as mãos dela.

“Leona, você está bêbada.”

Nanto falou com suavidade.

“Solte-me primeiro.”

Ela estava embriagada, e aquilo era impulsivo demais.

A racionalidade de Nanto não durou nem um minuto antes de se render.

Ele apertou a cintura dela com mais força, trazendo-a para mais perto, e segurou a nuca dela, aprofundando o beijo.

Porém, justo quando ele começou a mostrar suas habilidades no beijo, ela o empurrou de repente.

No momento seguinte, correu rapidamente para longe.

Correu em direção ao banheiro.

Nanto, por impulso, foi atrás dela.

Ela entrou no banheiro e se apoiou na pia, vomitando.

Nanto ficou em silêncio por um momento.

Depois, aproximou-se e ficou atrás dela, acariciando suavemente suas costas.

Após vomitar por algum tempo, Leona começou a se sentir melhor.

Nanto, com carinho, passou uma toalha úmida no rosto dela e a ajudou a sair do banheiro.

“Da próxima vez, sem minha permissão, não beba mais.”

“Eu... estou bem.”

Sentada no sofá, Leona recostou-se no encosto e disse: “É só porque nunca fiquei bêbada antes, é desconfortável.”

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