Entrar Via

Casamento Acidental, A Escolha Certa romance Capítulo 286

Sra. Oliveira murmurou: “Daqui a pouco eu vou conversar com a Bruna, você também não precisa ficar tão pressionado.”

“Você acompanhou o Sr. Barreto por tantos anos, ele ainda não conhece seu caráter?”

“Ele não vai descontar em você só porque a Bruna está apaixonada por ele.”

Gustavo suspirou, “Nanto realmente não vai descontar em mim, mas eu que não tenho coragem de encará-lo. Naquela época, eu não deveria ter deixado a Bruna trabalhar no Mercado do Dias.”

“Bruna trabalha no Mercado do Dias há tantos anos e mal teve oportunidades de encontrar o Sr. Barreto. A obsessão dela por ele não é consequência de ter ido trabalhar lá. Com aquele rosto do Sr. Barreto, qual moça conseguiria resistir?”

Só que a maioria mantinha o bom senso.

A cunhada dele, no entanto, se afundava cada vez mais.

Mesmo sabendo que não teria futuro, ela não conseguia evitar.

“A esposa do Sr. Barreto é melhor do que a nossa Bruna?”

Sra. Oliveira nunca tinha visto Leona, nem se importava com isso.

Gustavo respondeu: “Não é questão de ser melhor ou pior, é questão de amor. O patrão ama a esposa dele, e só tem olhos para ela. Nenhuma outra mulher chama sua atenção.”

“No mundo do amor, só cabe um ao outro. Assim como nós, entende?”

“Amar é amar, não amar é não amar. Não existe explicação, nem comparação entre quem é melhor.”

“Mesmo as pessoas mais incríveis não agradam a todos; ninguém consegue ser querido por todos, como se fosse uma cédula de real.”

Sra. Oliveira ficou sem palavras.

“Converse com a Bruna, por favor. Se ela ainda me considera irmão, que vá embora de Cidade A, procure outro emprego em outra cidade e pare de nutrir ilusões com o patrão.”

Sra. Oliveira colocou duas bandejas de frutas sobre a mesa e disse ao marido: “Eu vou falar com ela. A criança dormiu, leve ele para o quarto para descansar.”

Assim dizendo, virou-se e foi bater na porta da cunhada.

O que os irmãos da família Oliveira conversaram ou o que aconteceu, Leona não sabia.

Ela tinha tomado alguns drinks e estava um pouco embriagada.

O rosto dela estava corado.

Nanto ainda a ajudou a evitar beber demais.

Ainda bem que a noite já estava avançada.

A festa também estava prestes a terminar.

Falou baixo: “Seu limite para bebida não é alto, não beba tanto da próxima vez.”

Leona sorriu para ele.

Nanto, resignado, deu um leve toque na testa dela e a conduziu para dentro de casa.

Ao entrarem, Nanto deu algumas orientações aos irmãos, pedindo que ajudassem a acompanhar os outros convidados até a saída.

“Sua cunhada está um pouco embriagada. Vou levá-la para descansar no andar de cima.”

Depois de dizer isso, Nanto levou Leona para o segundo andar.

Ao chegar ao segundo andar, Nanto hesitou um instante, mas levou Leona até a porta do quarto principal, que era o dele.

“Hoje, a família vai pernoitar aqui, então os quartos estão ocupados. Não pude reservar um quarto só para você.”

Nanto explicou enquanto abria a porta.

Leona, em pensamento, resmungou que há pouco ele ainda queria que Norberto ficasse, dizendo que havia quartos de hóspedes de sobra.

Agora, dizia que não havia espaço suficiente, e que ela não poderia ficar sozinha em um quarto.

Mesmo um pouco embriagada, Leona apenas pensou, mas não disse nada.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: Casamento Acidental, A Escolha Certa