Mark, depois de desejar feliz aniversário ao papai e lhe dar um presente embrulhado que havia comprado para ele, deu um breve adeus a ele e à mamãe e nós saímos. O sorriso do papai continuava vacilando enquanto olhava para eu e Mark.
A viagem de volta para casa foi divertida. Mark nos levou para casa com o carro que trouxe ele e Bella.
Entediada, decidi os provocar. Coloquei a palma da mão sobre o peito.
— Coitada da Bella. — Suspirei, deixando os ombros caírem enquanto me virava para ele. — Como ela vai para casa agora que você saiu com o carro?
Ele não disse nada. A mandíbula dele só permaneceu cerrada enquanto fixava o olhar do lado de fora da janela.
Suspirei novamente.
— Espero que o coração dela não doa tanto quando ela tentar ir para casa ou quando os amigos rirem dela porque o amante a abandonou.
Eu percebi o dedo mínimo dele no dorso da mão que ele pressionou no colo se contorcer.
Eu precisava de mais do que isso. Suspirei, mudando de assunto de repente.
— Agora, não posso ver mais o cara italiano do bar. — Meu peito subiu mais alto enquanto suspirava alto. — Acho que vou ter que me encontrar com ele noutra ocasião.
Mais dedos dele se contorceram, mas essa foi a única reação que consegui até que, eventualmente, me cansei do silêncio dele.
Ao entrar em casa, ele soltando a gravata enquanto caminhava para a sala de estar. Eu, removendo meus saltos e deixando-os balançar nas minhas mãos enquanto o seguia para o cômodo.
O toque agudo de seu celular interrompeu o silêncio calmo.
— Oi. — Sua voz saiu rouca, então ele limpou a garganta e tentou novamente. — Oi... — Houve uma longa pausa enquanto ele ouvia a pessoa do outro lado da linha e então, — Sinto muito por ter saído.

VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Bilionário, Vamos Nos Divorciar