Saulo ainda escolheu acreditar em Jennie.
"Deve haver algum mal-entendido aqui, não se precipite em tirar conclusões. Vamos ouvir o que Jennie tem a dizer."
"O que mais tem para ouvir? Eu confio nos meus próprios ouvidos e olhos!"
Os dois irmãos estavam prestes a começar uma briga, e o homem à frente deles, impaciente, coçou os ouvidos.
"Se vocês querem brigar, vão para a casinha de cachorro de vocês primeiro. Eu não tenho tempo para ouvir vocês discutirem aqui."
"Casinha de cachorro? Você está se referindo a quem assim?"
Octavio, de pavio curto, avançou e deu um soco no homem.
O homem foi pego de surpresa, vendo estrelas com o golpe.
Ele cobriu o olho inchado e gritou: "Maldito! Você ousa me bater? Irmãos, ataquem!"
Os outros dois imediatamente avançaram, envolvendo-se em uma luta com Octavio.
Octavio sabia lutar, mas o outro lado também não era fraco, e os três estavam em um impasse.
Saulo ficou desesperado.
"Parem! Vocês, parem agora! Não briguem!"
Nesse momento, a voz fria de Jennie soou.
"Todos, parem agora! Caso contrário, eu o mato!"
O homem à frente também gritou: "Parem todos!"
Os dois capangas instintivamente olharam para o homem e só então perceberam que Jennie, em algum momento, havia agarrado o líder e estava com uma faca brilhante contra o pescoço dele.
"Urbano..."
Os dois não ousaram mais fazer nada contra Octavio e recuaram dois passos.
Octavio também ficou surpreso.
"Jennie, cuidado! Não cause um problema sério! Você já está causando problemas suficientes, nossa família não aguenta mais confusão!"
Saulo estava frustrado.
"Ela só agiu por sua causa! Se você não tivesse batido no cara, ela precisaria fazer isso? Quantas vezes mamãe já disse para você não ser impulsivo no que faz e você nunca muda?"

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Aurora Dourada: Fênix
Continua estou gostando da história....