"Mãe, a senhora ainda não está totalmente recuperada, descanse bem deitada. Eu e o Saulo cuidaremos das coisas lá fora."
"Vocês... conseguem?"
"Se não conseguirmos, eu volto para chamar a senhora?"
"Está bem então. Sr. Elvis, chame o Saulo e o Octavio, e não deixe que a Jennie sofra nenhum arranhão!"
A Sra. Jardim ainda não sabia que Octavio não estava em casa.
"Sim!" respondeu o mordomo.
Jennie desceu as escadas seguindo o Sr. Elvis e, ao chegar na sala, viu Saulo confrontando três homens vestidos de terno.
"Esta é a nossa casa, por que deveríamos entregá-la a vocês? Se não saírem agora, eu vou chamar a polícia!"
O homem à frente riu friamente.
"Não queres sair pelo bem, então sairás pelo mal! Se é assim, não daremos mais três dias. Antes do pôr do sol de hoje, vocês têm que sumir!"
"Você—"
Saulo estava prestes a explodir, mas Jennie deu alguns passos à frente e o impediu.
"O contrato? Deixe-me ver."
O homem à frente ficou surpreso ao ver Jennie, mas logo voltou a fechar a cara.
"E você é quem?"
"Eu sou a Srta. Jennie da Família Jardim, e tenho o direito de ver o contrato de vocês."
O homem levantou as sobrancelhas e jogou o contrato para ela.
"Veja! Olhe bem, está tudo lá em preto e branco, a casa foi leiloada judicialmente e nosso chefe a comprou."
Jennie ignorou o que o homem disse e focou no contrato em suas mãos.
O selo do tribunal era verdadeiro, e realmente estava escrito que a casa tinha sido hipotecada e vendida em leilão judicial.
A enorme mansão foi vendida por apenas um milhão de reais.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Aurora Dourada: Fênix
Continua estou gostando da história....