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Armadilha Doce: O Segredo do Presidente romance Capítulo 75

Todos ficaram boquiabertos com as palavras do Sr. Domingos.

Meu Deus! Ninguém imaginava que aquele pedaço de madeira escura tinha uma origem tão impressionante.

Era simplesmente inacreditável.

Todos olhavam para Melina Barbosa com a mesma expressão de surpresa.

Ninguém pensava que Melina Barbosa fosse tão capaz, a ponto de conseguir comprar algo assim.

A princípio, todos estavam ali só para assistir, como meros espectadores, mas, no final das contas, quem acabou passando vergonha por não reconhecer o valor do objeto foram eles mesmos.

Dona Amanda colocou a pulseira no pulso e, satisfeita, assentiu com a cabeça:

— Foi minha neta quem me deu, é o presente mais valioso que já recebi. Não vendo para ninguém.

Ao ouvir isso, o Sr. Domingos caiu na gargalhada:

— Dona Amanda, a senhora realmente é de muita sorte.

Melina Barbosa sorriu levemente, sem dizer mais nada.

Sua postura tranquila e elegante chamou a atenção dos convidados presentes; alguns até começaram a murmurar baixinho.

Todos achavam que Melina Barbosa era rica e bela.

Manuela Barbosa franziu o cenho e perguntou:

— Melina, de onde você conseguiu isso?

Manuela Barbosa demonstrava dúvida, achando difícil acreditar que Melina Barbosa teria tanta habilidade assim para conseguir algo tão caro.

Melina Barbosa respondeu com calma:

— Eu pedi para alguém encontrar para mim.

Daniel Barbosa era mesmo muito habilidoso, sempre conseguia coisas raras.

Esse tipo de madeira aromática era algo que só se via uma vez em cem anos, mas Melina Barbosa já tinha visto muitas coisas boas antes.

Ela só não esperava encontrar um grupo tão ignorante; se não fosse pela presença do Sr. Domingos, provavelmente ficaria sem palavras para se explicar hoje.

Diante da resposta de Melina Barbosa, ninguém mais ousou insistir no assunto.

Depois disso, todos ficaram alegres, comendo e bebendo juntos.

Simone Oliva olhou para Manuela Barbosa.

Melina Barbosa olhou para seu vestido, que estava realmente em um estado lamentável, e por fim assentiu:

— Está bem.

Afinal, o vestido branco chamava muita atenção.

O empregado levou Melina Barbosa até um dos quartos nos fundos:

— Senhorita, aguarde um instante, vou buscar algo para ajudá-la a limpar.

Depois disso, a empregada saiu, fechando a porta atrás de si.

Melina Barbosa ficou ali parada e, de repente, franziu levemente as sobrancelhas, percebendo um aroma estranho no ar. Imediatamente ficou alerta, prendendo a respiração para evitar inalar mais daquele gás desconhecido.

“Isso não é bom!”, pensou Melina Barbosa, percebendo na hora que tinha caído numa armadilha.

Ela se forçou a manter o controle do corpo e rapidamente pegou um pequeno frasco de spray de sua bolsa, borrifando algumas vezes no nariz e na boca.

Era um estimulante que ela sempre carregava, capaz de neutralizar temporariamente os efeitos de narcóticos.

Esse produto era uma invenção de Daniel Barbosa, e funcionava muito bem.

Melina Barbosa já tinha ouvido Daniel Barbosa comentar sobre um entorpecente com aroma floral, que fazia qualquer pessoa desmaiar em menos de três minutos depois de sentir o cheiro.

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