Depois de desligar o telefone, Gustavo Ferreira olhou para Melina Barbosa.
Melina Barbosa estava recostada em seu ombro, segurando um cacho de uvas, levantando-o bem alto e saboreando uma a uma, com evidente prazer.
No mercado havia inúmeros tipos de uvas, sabores inusitados, mas Melina Barbosa preferia mesmo a variedade tradicional, a uva japonesa Kyoho.
A pele da Kyoho era espessa, mas fácil de descartar, e o sabor era intenso, a polpa macia — e, o melhor, não precisava descascar.
De repente, o pulso delicado de Melina Barbosa foi suavemente puxado por uma mão grande, conduzindo sua mão para outro lado.
Gustavo Ferreira abriu a boca e mordeu uma uva.
Imediatamente franziu a testa:
— Hm... que azeda.
Melina Barbosa riu, vendo o rosto de Gustavo Ferreira se contorcer por causa do azedume. Aquilo era realmente divertido.
— Você não aguenta nada azedo?
— As outras estavam boas, mas essa aqui está muito azeda e amarga — respondeu Gustavo Ferreira.
Melina Barbosa ficou surpresa. Para ela, as uvas estavam doces e gostosas, nada ácidas.
— Sério mesmo?
Gustavo Ferreira olhou para Melina Barbosa:
— Quer testar você mesma...?
Antes que Melina Barbosa pudesse reagir, Gustavo Ferreira já se aproximava para beijá-la.
Mas, antes que ele conseguisse, Melina Barbosa o empurrou de leve:
— Eu sei me virar sozinha.
Gustavo Ferreira riu:
— Já engoli faz tempo.
Ele só queria provocar Melina Barbosa um pouco.
Sentindo-se mais relaxado, Gustavo Ferreira então perguntou:

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